Teste Especial para Thomas Lima

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Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por ϟ Zeus em 28/07/12, 04:29 pm

Capitulo I

Mal tinha amanhecido o dia e Thomas já escutava a voz de seu melhor amigo Dylan, que sempre estava em sua casa para irem para a escola juntos, Thomas não deu muita importância para o que sua mãe conversava com ele pois havia acabado de acordar {Dylan}

Sentou-se em sua cama, esfregou os olhos e se espreguiçou; levantou calmamente e foi até o banheiro. Se apoiou na pia e olhou-se no espelho por alguns segundos, tirou suas roupas, entrou no box e foi tomar um banho. Enquanto se banhava, sentiu-se ansioso por algum motivo que não sabia qual era, terminou o seu banho, vestiu uma roupa qualquer, pegou sua mochila e foi tomar seu café da manhã. Quando chegou à cozinha, sua mãe e seu amigo estavam em pé frente a porta de saída da casa com feições assustadas e preocupadas, murmurando algum assunto que Thomas não conseguiu escutar, sua mãe olhou para ele tentando disfaçar a preocupação, ela sorriu para Thomas e disse:

- Tom, Dylan vai precisar ir para a fazenda de uma tia dele... Mas não quer ficar sozinho com ela, você gostaria de ir junto ?
- Ah... sei lá... o que a senhora acha ?
- Por mim tudo bem... acho que você iria gostar de ir com ele. - Disse ela com um sorriso amarelo.
- Bom... vou arrumar minhas coisas e já venho...
- NÃÃO!... digo, não precisa eu já arrumei... algumas roupas em sua mochila, tudo que você precisa está aí.
- Estranho... mas tudo bem... nós já vamos agora Dylan ?

Ele apenas confirmou com a cabeça.
Thomas e Dylan foram até a rodoviária e pegaram um ônibus para a tal fazenda.
Depois de algumas horas de viagem Dylan se levantou de seu assento e falou:


- Vamos Tom... nós descemos aqui... ou achou que tinha um ônibus que parava na entrada da fazenda ? - Sorriu um pouco nervoso -

Então os dois desceram em uma parte da estrada que não havia acostamento, apenas floresta para todos os lados, Dylan atravessou a pista e fez um movimento com a mão para que Thomas o seguisse. Ao chegarem do outro lado da pista pararam em frente a uma trilha, que, antes de atravessar, Thomas nem tinha notado.

Código:
Reconte a historia acrescentando pensamentos e mais falas se achar necessário, faça um vinculo com Zeus
A historia deve ser contada até você e Dylan chegarem em frente a clareira, você NÃO pode entrar nela, nem encontrar monstros.
Lembre-se o objetivo desse capitulo é expor os seus sentimentos e pensamentos de forma detalhada.
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ϟ Zeus
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Re: Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por Thomas Lima em 28/07/12, 05:05 pm

Odeio ser acordado...
Acordei com um barulho vindo da cozinha de minha casa, sem antes de abrir os olhos reconheci a voz de meu amigo Dylan. Olhei para o relógio,era 5:30 AM.Com a cara um pouco amassada,olhei para fora da janela o céu estava escuro mas lá no horizonte eu vi o sol raiando.Era lindo,majestoso mas mesmo assim estava irritado pelo fato de ser acordado.
Levantei e fui tomar banho, olhei para o vidro o vi meu reflexo, por alguma razão fiquei me encarando no espelho até que ouvi uma voz dizendo:
-Você é muito parecido com seu Pai!
Deu um pulo para trás, apenas pensei:
-Devo estar meio dormindo ainda, fique calmo é tudo coisa de sua cabeça.
Por alguma razão fiquei um pouco assustado, algo dentro de mim sabia que aquilo não era coisa da minha cabeça. Tomei banho me arrumei e sai do banheiro,fui até a cozinha ainda com a cara ainda meio fechada encontrei Dylan e minha mãe,Dylan disse com uma voz meio cínica:
-Bom Dia Dorminhoco!
O encarei e disse:
-Bom Dia.
Minha mãe me olhou e disse:
- Tom, Dylan vai precisar ir para a fazenda de uma tia dele... Mas não quer ficar sozinho com ela, você gostaria de ir junto?
Pensei:
Por que ele não quer ir sozinho? Ele veio cedo só pra me convidar pra viajar?
Por mais estranho que isso seja olhei para minha mãe e disse:
- Ah... Sei lá... O que a senhora acha?
- Por mim tudo bem... Acho que você iria gostar de ir com ele. - Disse ela com um sorriso amarelo.
- Bom... Vou arrumar minhas coisas e já venho...
- NÃÃO!... Digo, não preciso eu já arrumei... Algumas roupas em sua mochila, tudo que você precisa está aí.
Olhei com uma cara de desconfiado, fiquei uns minutos em silencio e disse:
- Estranho... Mas tudo bem... Nós já vamos agora Dylan?
Ele confirmou com a cabeça, e saímos de casa, mais duas coisas ainda me incomodava.
1-De quem era aquela voz?
2-Como minha mãe sabia que eu iria topar aquela viajem?
Comecei a listar coisas estranhas que haviam acontecido naquele dia.
Fui até a rodoviária e peguei o ônibus, eu tinha uma exigência eu ia na janela.
Encostei minha cabeça no vidro e comecei a dormir. Quando fechei os olhos aquela voz começo a falar na minha cabeça,não entendia o que a voz falava,ela falava em outra língua,uma língua diferente.Por fim o ônibus parou e Dylan disse:
- Vamos Tom... Nós descemos aqui... Ou achou que tinha um ônibus que parava na entrada da fazenda?
Ele parecia nervoso, naquele momento me toquei que algo estava acontecendo, essa viajem não era apenas para passear, estávamos viajando por outro motivo, mas até agora eu não sabia o porquê dessas viajem.
Dylan que conduziu por uma trilha, que em minha opinião não estava lá quando descemos do ônibus, mas depois daquele dia isso parecia à coisa mais normal que havia acontecido.
Eu estava muito desconfiado do que realmente estaríamos indo fazer,fiquei calado apenas pensando,chegamos a uma clareira, parei e comecei a olhar o que estava ao meu redor...


Última edição por Thomas Lima em 29/07/12, 11:31 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por ϟ Zeus em 28/07/12, 05:25 pm

Thomas, o texto ficou ótimo e você concluiu 90% dos objetivos do primeiro capitulo, peço que fique atento mais a pontuações que algumas faltaram e repetições de palavras desnecessárias, antes de mandar o seu texto, clique em "Pré-visualizar" e de uma lida para evitar esses tipos de erros.

Código:


Capitulo I - Thomas Lima aprovado

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Re: Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por ϟ Zeus em 29/07/12, 06:47 pm

Capitulo II

Thomas e Dylan caminharam por uma trilha até chegarem em uma clareira, eles ficaram alguns segundos parados olhando ao redor. Thomas se distraia observando algumas vegetações que nunca havia visto, já Dylan estava olhando fixamente para o caminho para o caminho restante depois da trilha, um silêncio absoluto proporcionava uma tensão maior ainda para o ambiente.

- Tom, vamos andando... não é saudável ficarmos parados aqui. - Disse Dylan enquanto puxava Thomas pelo braço -

- Como assim ? Que historia é essa de não ser saudável... Por acaso corremos perigo na fazenda de sua tia ?

- Não tenho tempo para explicação... vamos logo Tom - Disse Dylan com uma entonação zangada. -

Thomas resolveu não questionar e obedeceu seu amigo. Depois de andarem alguns minutos começaram a sentir o clima esfriar, uma névoa tomar o ambiente, Dylan parou de andar imediatamente, olhou para Thomas e disse:

- Fique calmo... E permaneça atras de mim...

- O que está acontecendo ? eu exijo uma explicação agora... Está tudo mui... - A voz de Thomas foi tomada por uma voz macabra e rasteira. -

- Ora... Ora... Ora... Se não é o famoso Dylan... Me conte uma coisa, as historias que você protege a prole de um dos três grandes é real mesmo ? - Disse a Equidna olhando nos olhos de Dylan.

Thomas não havia percebido o seu corpo de cobra pois ela se disfarçava na nevoa.

- Quem é você ? Que história é essa de três grandes ? - Disse Thomas um tanto quando irritado e confuso. -

A Equidna lançou um olhar raivoso para Thomas, que ficou um pouco assustado. Dylan colocou a mão no bolso direito de sua calça e retirou uma caneta de prata negra, apontou para o monstro e disse:

- Sai da nossa frente, se não eu acabo com você, besta infernal !

- Ah... Entendi é apenas uma brincadeira de primos não é ? - Disse Thomas aliviado!

Por algum motivo a fala de Thomas irritou enormemente a Equidna, que saiu de seu disfarce de névoa e foi para cima do Semideus desavisado na tentativa de destruí-lo, mas antes que ela pudesse chegar perto do garoto, Dylan, mais rápido do que nunca, pressionou a caneta e ela se transformou em uma gloriosa espada de prata negra, entrou na frente de Thomas e deu um chute frontal no peito da besta, que caiu no chão deitada. Dylan deu uma olhada para trás para conferir se Thomas estava bem, mas quando olhou para a Equidna, ela já estava em pé em sua frente e com sua enorme cauda bateu no rosto de Dylan fazendo com que ele desmaiasse.

Código:

Reconte a história acrescentando seus pensamentos sentimentos, seja muito descritivo nessa parte.

Agora é a hora de provar se você é um merece ser chamado de MEU FILHO, Lute contra a Equidna usando sua imaginação e sendo realista, se quiser usar alguma habilidade de filho de Zeus é permitido, mas você deve criar um vinculo muito forte com seu Pai de alguma forma.

Não é permitido entrar no acampamento desmaiado, deve vencer a Equidna.



Última edição por ϟ Zeus em 30/07/12, 09:56 am, editado 1 vez(es)
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Re: Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por Thomas Lima em 30/07/12, 07:13 pm

Sabe aquele frio na barriga, que você tem quando sente que alguma coisa está errada.
Durante aquele dia eu senti essa irritante sensação me cercou,durante todo aquele dia e piorava muito quanto mais nos aproximamos da tal casa da tia do Dylan.
Quando descemos daquele ônibus senti a sensação mais forte, como se quisesse me avisar algo.
- Tom, vamos andando... Não é saudável ficarmos parados aqui. -Disse o Dylan com uma voz preocupada.
-- Como assim? Que historia é essa de não ser saudável... Por acaso corremos perigo na fazenda de sua tia?
Quando ele falou saudável, pensei:
Por acaso eu estou doente que não posso nem mesmo andar por uma floresta? Eu estava com alguma doença?
- Não tenho tempo para explicação... Vamos logo Tom - Disse Dylan com uma entonação zangada.
Dylan parecia zangado e preocupado, mas se ele não notou que eu também estava preocupado e zangado.
Continuamos a andar, dei um longo suspiro e encarei Dylan notei que começou a esfriar como se estivéssemos no Polo Norte.
Então a coisa mais bizarra que podia ter acontecido, aconteceu.
Dylan me havia dito para ficar calmo, mas eu não conseguia. Enquanto conversávamos ouvimos uma voz:
- Ora, ora, ora... Se não é o famoso Dylan... Me conte uma coisa, as histórias que você protege a prole de um dos três grandes é real mesmo? - Disse uma estranha mulher olhando nos olhos de Dylan.
Olhei para ela e percebi que se tratava de uma linda mulher, sua voz era macabra, uma voz que parecia anunciar a morte, mas que estivesse fazendo isso da forma mais calma possível.
Ela era rodeada por uma estranha névoa roxa, mas aquilo não me importava. Olhei para Dylan e com um olhar furioso disse:
- Que história é essa de três grandes?
Olhei para a mulher e perguntei:
- Quem é você?
Mesmo me sentindo bobo naquele momento, ainda bucava por uma resposta.
A mulher olhou para mim parecendo que tudo que estava acontecendo era por minha causa.
Mesmo me sentindo bobo naquele momento, ainda bucava por uma resposta.
A mulher olhou para mim parecendo que tudo que estava acontecendo era por minha causa. E por fim, Dylan ameaçou:
- Saia da nossa frente ou eu acabo com você, besta infernal!
“Besta Infernal''? Sério mesmo, Dylan?
Antes que pudesse terminar a frase, a amiga ''besta infernal'' de Dylan me encarou novamente.
- Ah... Entendi é apenas uma brincadeira de primos não é? - Essa era a única solução lógica que encontrei.
Mas isso irritou mais ainda a mulher. Dylan tirou uma caneta de seu bolso e por um instante podia jurar que ela se transformou em espada, fechei os olhos e ouvi uma voz:
“Filho, lute meu bravo guerreiro, lute e me mostre ser meu verdadeiro filho!”
Reconheci aquela voz, fechei meus olhos novamente e perguntei vacilando:
-Vo... Voc... Você é meu pai?
"Em breve você irá descobrir, meu caro semideus."
Praguejei de raiva, não conseguira entender nada, ninguém me respondia, ou se respondia, suas respostas não faziam sentido, mas antes que pudesse perguntar algo, aquela mulher se voltou contra mim e pulou em minha direção.
Dylan com sua caneta- espada, começou a lutar com sua prima besta infernal. Ela o atacou, rasgando parte de sua camiseta e o fazendo cair de cabeça no chão, Dylan desmaiou. Olhei intrigado para ele, e disse:
-Cara, você é um péssimo protetor! – Soou sarcástico.
Olhei para a mulher e ao lugar de suas pernas estava uma longa cauda de serpente. Agora pude notar que aquela brincadeira de prima besta infernal não tinha graça.
Olhei para a mulher e ao lugar de suas pernas existia uma longa cauda de serpente. Ela se virou para mim e disse:
-Agora somos apenas nós, semideus!
-Semideus?
-Meu jovem, Thomas você seria uma guerreiro muito especial, pena que você não irá viver tanto para vermos isso acontecer. - Virando-se para mim, novamente
Assim que comecei a correr em disparada para lugar nenhum, me deparei com uma caverna, rapidamente entrei me escondi atrás de um pedaço de rocha. Escutei a estranha mulher vindo ao meu encontro, e perguntei novamente:
-Quem é você?
Meu caro semideus, eu sou Equidna, mãe de todos os monstros, esposa de Tifão.
-Como assim? Você está brincando, não é?
-Você é tão jovem, irei lhe contar um segredo filho do raio!
Equidna apareceu do meu lado, e falou baixo no meu ouvido:
-Thomas, as histórias da mitologia grega são reais, tudo o que lhe falaram de deuses e monstros são reais, e você é um semideus!
Nessa altura do dia, nada mais me deixava confuso.
A Equidna continuou:
-Você já ouviu histórias sobre mim, não é?
Fiz que sim com a cabeça.
-Mas meu caro, eu não sou como contam! Eu...
Ouvi um silêncio, algo dentro de mim sabia que esse silêncio não era boa coisa.
Ela continuou:
-Eu sou bem pior...
Vi que ela estava pronta para me atacar me abaixei, conseguindo me desviar do bote da terrível mulher cobra.
Voltei a correr pela floresta, parei achando que havia conseguindo escapar, e a primeira coisa que me veio na mente foi de que precisava salvar Dylan. Segui para onde ele estava desmaiado, ao seu lado estava a sua caneta-espada. Dei alguns tapas em seu rosto, mas nada aconteceu. Senti aquele frio novamente e percebi que havia caído em uma armadilha.
Antes que pudesse reagir, uma flecha foi dispara em nossa direção que por centímetros ela não acertou Dylan. Ouvi ela sibilar:
-Você achou que seria tão fácil assim?
Na minha mente vieram muitos planos, mas naquela hora a única me importava era salvar Dylan. Peguei sua espada e assim que a flecha de Equidna disparou comecei a correr, tentando afastá-la de Dylan. Ouvia sua calda rastejando pelas folhas, senti chegando mais perto e foi aí que parei e olhei para o céu, pedindo:
-Pai, por favor, me ajude.
-Não adianta orar para seu pai lhe ajudar agora, pequeno semideus. - Disse a terrível Equidna
Ouvi aquela bizarra voz na minha mente novamente, dizendo:
"Use a espada."
Olhei para a espada novamente, sua lâmina era de prata, e notei que a prata era diferente, fiquei tão distraído que não vi a Equidna se aproximando uma flecha foi atirada e pegou no meu braço, a flecha fez um pequeno corte, mas senti que não era uma flecha comum, senti minha pele queimando, fazendo meu braço ficar dormente e pude perceber logo depois que estava envenenada. Comecei a gritar de dor,
, e ela disse:
-Dói não dói? Essas são flechas envenenadas por Mymerkos, seu veneno arde como acido puro! Essa dor que você está sentido não é nada, a dor que seu pai me fez sentir é muito maior! Matando todos os meus filhos, e na guerra contra os titãs, matando meu marido! Qual é a melhor forma de ferí-lo, se não matar um de seus filhos?
Agora eu estava furioso com o monstro, peguei a espada e enfiei no braço da criatura, fazendo-a urrar.
Calculei o tempo que teria para conseguir fugir, mas eu estava tão desnorteado e sem perceber, voltei para onde tudo isso começou. Na clareira me escondi, Dylan ainda estava desmaiado e a Equidna após alguns segundos apareceu na frente dele. Sem perceber que eu estava escondido, ela disse:
-Hora de um pequeno lanche para depois caçar novamente seu amiguinho, Dylan.
Respirei fundo, o desespero e acompanhado de muitas emoções juntas passaram na minha cabeça, olhei para onde estavam e apenas gritei:
-Hoje você não vai fazer nenhum lanche!
A Equidna praguejou, largou Dylan e virou-se para mim, apontando suas garras amarelas e descuidadas:
-Você é muito corajoso, filho do raio!
A criatura avançou sobre mim,antes que pudesse reagir ela já estava com suas garras sobre meu rosto.Seu halito era um mistura de odores fortes como se ela tivesse comido um prato de cebolas fritas e de sobremesa um balde de lixo.Ela estava pronta para me ferir com suas garras,eu achei que estaria morto em poucos segundos.
A raiva que eu estava sentido era tanta que senti algo estranho em minhas mãos, como se toda minha raiva me fortalecesse. E de repente, faíscas começaram a sair delas, encostei minha mão sobre sua calda e um pequeno choque fez com que a Equidna me largasse por um momento, mas esse momento durou pouco, e como eu esperava, ela acertou meu rosto, atingindo-me em cheio e fazendo-me voar longe.Quando tomei conta do meu ser, aquela sensação repentina de raiva transformando-se em força me veio novamente, bem ao momento em que Equidna se encaminhava a mim. Preparado, cerrei os punhos e a esperei avançar. Ao abrir as mãos, notei faíscas ainda maiores que fariam qualquer pessoa racional pensar antes de atacar.
Lancei as faíscas em direção ao monstro, deixando-a paralisada. Levantei a espada, agora sentindo-me fraco mas conseguindo dizer:
-POR ZEUS!
Olhei para Dylan, e vi que ele estava em segurança, olhei para o horizonte e vi uma casa de fazenda. Sabia que tinha que levá-lo para lá, meu braço ainda estava doendo, me concentrei para usar todas as minhas forças em carregá-lo, Dylan havia acordado mas ainda estava meio tonto. Olhou para mim e disse sorrindo:
-Eu sabia... Você conseguiu.
Estávamos a alguns metros da fazenda, parei para olhar para trás, certificando que o monstro realmentese fora. Continuei andando e somente agora entendi o que havia feito.
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Re: Teste Especial para Thomas Lima

Mensagem por ϟ Zeus em 31/07/12, 09:27 pm

Thomas, me intrigou o ótimo uso do cenário na sua descrição da batalha, bem como os movimentos e a surpresa que todos nós tivemos no final. Parabéns pelo ótimo texto!

Código:
Capítulo II - Aprovado e Reclamado!
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