Teste de reclamação

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Teste de reclamação

Mensagem por Poseidon em 25/06/12, 12:36 pm

É hora de descobrir quem é seu ancestral!

Se você chegou aqui e passou pelo portal, é incontestável sua excepcionalidade, mas ainda não sabemos quem é seu pai ou mãe olimpiano(a). Para ser reclamado, você precisará passar por um teste que envolverá a seguinte série de perguntas:

- De que deus você gostaria de ser filho?

- Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Em seguida, terá de relatar a história da sua personagem. Não precisa se preocupar com o número de linhas, mas há três pontos obrigatórios nesse relato: conte como chegou no Acampamento Meio-Sangue (você pode estar desacordado quando chegar. Nesse caso, inclua a enfermaria em sua história, pois quem passa inconsciente pelas barreiras do acampamento é resgatado pelos sátiros e para lá é carregado), como descobriu que era um semideus e descreva a sensação que lhe trespassou quando o fez. Qualquer teste que inclua esses dois pontos obrigatórios será considerado, mas, caso esses não sejam constados, sua postagem será desconsiderada e você terá de postar novamente, incluindo-lhes.

Observação importante:

Os testes de reclamação de Zeus, Poseidon, Hades e Athena são avulsos e realizados mensalmente com critérios diferentes dos constados acima. Esses são definidos pelos próprios deuses, bem como o número de vagas disponível, a data de lançamento e encerramento, o número de linhas e tudo o mais. Obviamente, serão mais criteriosos e difíceis de entrar, mas não há um número máximo de inscrições, sendo possível tentar o teste em todas as suas edições invariavelmente (desde que a personagem não haja sido reclamada por um outro deus).

Dica:

Os filhos de cada deus tem diferentes poderes, que podem se assemelhar aos mais variados estilos de campista. Uma boa dica é consultar a lista de habilidades herdadas antes de decidir o(a) deus(a) a quem dedicará seu teste, assim, você poderá imaginar-se no campo de batalha usando seus dotes, o que o ajudará durante todo o jogo (já que não se pode trocar o deus escolhido).




Última edição por Poseidon em 01/01/13, 04:49 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Michael Yew em 25/07/12, 10:58 pm

- De que deus você gostaria de ser filho?
Apolo

- Por quê esse deus deveria reclamá-lo?
Apolo sempre foi minha inspiração,sempre me acho parecido com ele,mais uma característica,dele me acha a atenção.Sua habilidade com o Arco.Apolo sempre foi preciso,em todos os sentidos.Em suas ações boas,mais também nas ruins.Eu me sinto um filho de Apolo,sei ser tão preciso como 1 flecha,mais também cruel como o sol quente.


☼Eu nunca quis ser um meio-sangue, mas nasci assim ☼


Minha vida era normal, até eu completar 12 anos.
Vivia em Washington, morava em uma casa de classe média e estudava em uma escola particular onde os estudos eram reforçados diariamente. Morava com minha mãe Adriane, minha meia-irmã Isabella e meu padrasto. Meu padrasto se chamava Robinson ele era alto, com cabelo preto e olhos pretos ele era escritor assim como minha mãe.
Embora não seja meu pai de verdade meu padrasto sempre tento me incluir na família, sempre dizia que eu era um filho para ele, mas eu conseguia ver que ele sempre me achou um pouco estranho, diferente dos outros meninos da minha idade. Minha mãe nunca falava sobre meu verdadeiro pai, ela falava que ele morreu queimado em um incêndio. Sempre que ela falava sobre meu pai mais acreditava que ele estava vivo. Não sei explicar algo dentro de mim, sabia que logo iria conhecer meu verdadeiro pai. No dia do meu aniversario, minha mãe me obrigou a ir para escola, aquele dia foi o final do meu descanso o tempo era ensolarado, por alguma razão me sentia mais forte na presença do sol.
A 1 aula do dia foi de Matemática minha professora começo a me olhar diferente, um olhar sombrio que parecia que ela iria me matar, ela era velha, baixa, magrinha com cabelos ruivos, um dos meus colegas que raramente falava comigo ou com qualquer um da sala ele era o típico valentão da escola seu nome era Kevin, ele olhava para a professora, parecendo capaz de matar a professora. Eu não me importaria que ela sumisse do mapa. Então bateu o sinal arrumei minhas coisas e estava indo para a outra sala, onde teria aula de Línguas Estrangeiras. Kevin que queria matar a professora foi falar comigo, ele me levo para uma sala vazia e começo a falar sobre deuses mitológicos e sobre monstros gregos.
Então ele me obrigou a ir para minha casa, também disse para não confiar em ninguém porque minha vida estava correndo perigo. Então fomos para minha casa minha mãe estava desarrumada com o cabelo solto, calça de moletom e uma camisa que dizia: Amo Ler. Ele mostrou para ela uma camisa Laranja onde estava escrito Acampamento Meio-Sangue. Minha mãe começo então a chorar e me disse para ir com ele logo, que eu estava correndo perigo, depois me deu um abraço e deu 1000 dólares que ela economizava para comprar um presente a minha irmã, depois me mando ir rápido. Então fomos de avião a Nova York, lá pegamos um taxi a Long Island lá senti uma alegria sabia que lá era onde acharia pessoas iguais á mim e também lá encontraria meu Pai. Quando chegamos o tempo estava nublado era mais ou menos 18:00.
Então alguns metros de distância um grande portal escrito Κατασκήνωση Ημίαιμος, sabia que essas palavras estavam em grego, sem pensar disse em voz alto Acampamento Meio-Sangue. Kevin olhou para mim e sorriu.Quando estávamos prestes a entrar minha professora de Matemática apareceu na nossa frente,Kevin tirou da mochila uma adaga e disse:
-Πηγαίνετε στο κοράκια(Vá para os Corvos). Minha professora agora estava irritada,sua pele começou a derreter e sua verdadeira forma apareceu,era uma esfinge reconheci de uma figura que vi na aula de Historia.A esfinge atacou Kevin,ele defendeu muitos ataques,porém a esfinge acertou ele na perna e ele caiu no chão,ele disse: -Corra entre pelo portal que você estará seguro!!!!Rápido! Ele não conseguia lutar,eu disse que não ia sem ele. Então ele jogo a adaga para mim,não sabia o que fazer então corri para longe,corri até ficar encurralado em uma montanha,pensei rápido olhei para cima e vi pedras.A esfinge,então me achou,ataquei então ela com a adaga fiz um pequeno corte em seu braço,em compensação ela fez um grande ferimento nas costas,fiquei lutando com ela até eu conseguir ficar na posição certa para executar meu plano,fiquei me embaixo das pedras,ela estava vindo correndo gritando:-Decifra-me ou ti Devoro!!!! -Acho que você não vai fazer nenhum enigma né.Respondi. Ela veio correndo em direção a montanha com as pedras pronta para me matar, então sai de lá, ela bateu de cara na parede de pedras, a colisão dela foi suficiente para fazer as pedras caírem em cima dela. Depois de matar minha professora um grande raio de luz solar me iluminou não sabia ao certo o que era então não dei bola, por algum motivo uma luz vinda do céu veio e me iluminou, depois fui em direção ao Kevin, ajudei-o a se levantar ele olhou para mim com um sorriso no rosto vendo a luz atrás de mim ele disse:
- Eu sabia!
Quando passamos pelo portal desmaiei.
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Apolo em 26/07/12, 09:51 pm

Apolo avaliou seu pedido e teve como resultado aprovado meu caro humano.

Apesar de sempre tender para o lado do sol meu caro, sua leitura não me envolveu totalmente, confusa em certas partes em minha avaliação. Mas você lutou com bravura e mostrou através da batalha contra a Esfinge, que possui a coragem necessária e força para ser um poderoso por utilizar estratégia e precisão. Sua ortografia, porém, me incomodou um pouco, apesar de não haver um número exagerado de erros. E terminando com o uso de armas e poderes, notei uma utilização criativa.

Assim encerro minha resposta aprovando seu pedido. Mas ressalvo que você foi aprovado medianamente.
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Rafael Souza em 20/01/13, 11:27 am

- De que deus você gostaria de ser filho?
Perséfone

- Por quê esse deus deveria reclamá-lo?
pois me identifico muito com essa deusa as flores e tudo mais

a verdade mais estranha

oi prazer meu nome é Rafael souza tudo ia bem na minha vida ate o dia 8 de fevereiro o meu aniversario de 15 anos acordei cedo pois tive mais um sonho estranho fui fala com meu pai e minha madrasta na cozinha chegando la eu vi três embrulho encima da mesa me sentei e olhei pros meus pais sorrindo
-bom dia pra vocês -disse bem alegre-qual e o café hoje- perguntei rápido demais
-filho abra seus presente você vai gosta -disse meu pai com aqueles olhos dele castanho profundo
-claro pai -disse e peguei o primeiro que tinha escrito em grego για τα συγχαρητήρια μου γιος que eu entendi bem o que foi estranho pois nunca tinha feito aula de grego olhei pro meu pai e fiz a pergunta mais estranha de todas
-pai esse foi a minha mãe por acaso -perguntei ele não falava direito da minha mãe a anos deis dos meus doze anos
-sim ela mando te da hoje no seu aniversario -disse ele olhando para sua mulher que parecia triste com o que ele tinha falado
-então eu vou deixa ele depois eu abro -disse com um sorriso tímido abria os outros presente dois livros um de ervas medicinais do meu pai e outro de mitologia grega da minha "mãe" me arrumei e fui pra escola chegando la fui direto pra sala encontrei meu amigo ele sorrio e começo a dize rápido como sempre
-então 15 anos né seus pais manda-ró você pra escola hoje não acredito quando sairmos hoje vó la na sua casa -disse ele com aquele sotaque dele que me fez rir -ta rindo d que anda logo não que detenção no seu "niver" e a próxima aula e de química rápido-disse e foi pra dentro da sala eu entrei e me sentei a professora entro e me olho com aqueles olhos negros como as trevas a aula passo normal e então na hora que a sinal toco ela pedi-o para mim ficar um pouco mais
-então hoje você morre-disse ela e começo a se transforma em uma empousái eu taquei a primeira coisa que eu vi um abajur então entro meu melhor amigo péter e puxo uma adaga sei la de onde e ataco a nossa antiga professora depois disso ele só disse para mim
-vamos pra sua casa rápido -ele falo enquanto me arrastava pra fora da escola cegando em casa ele pego uma camisa laranja com o nome acampamento meio-sangue e mostro pro meu pai que me olho e disse serio-pega as suas coisas e vai com seu a migo e pega o presente da sua mãe rápido -ele disse e me jogo uma mochila peguei algumas roupas e o presente da minha mãe e abri ele era um colar de um lado tinha o simbolo do olimpo e do outro uma rosa negra eu entendi não hora quem era minha mãe desci correndo e fui com meu melhor amigo para o acampamento meio-sangue chegando la a noite e começamos a anda quando foi a hora da fogueira eu fui reclamado filho de perséfone e fui para meu chale com meus meio irmão e foi assim que eu cheguei ao acampamento meio-sangue
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Johnny Courf em 31/01/13, 10:23 am

1- De que deus você gostaria de ser filho?

Ares.

2- Por quê deseja ser filho dele (a)?

Pois sempre gostei de uma briguinha, e acho que uma briga pode resolver qualquer coisa, e também pode te dar respeito.

3- Conte sua história

Minha vida, simplesmente era um tédio, mas também não era tããao chaata assim. Era até legal, as vezes. Eu só tinha um amigo, o Dan. O nome dele era Daniel, mas gostava de ser chamado de Dan. Ele era magro, tinha deficiência nas pernas, mas gostava sempre de andar de calças e touca. Mesmo em verão. Minha vida era normal, mas aí... bum. Veio uma explosão na minha vida. Vou lhes contar mais. Eu estava no sexto tempo, era uma aula normal de Biologia. Aí eu ouvi gritos de pássaros no local. Mas a aula prosseguia normal, como se só eu pudesse ver. Dan também parecia preocupado.

- Professora, que barulho são estes aí fora? - hesitei.

- Nada, meu querido, só são pássaros cantarolando. - respondeu

Ela se virou para se escrever no quadro, e Dan me lançou um olhar de: corre. Nós fomos lá pra fora ver o que estava acontecendo. Pássaros, pareciam de metal.

- Meu Deus, o que é isso?

- Ah, John. (era assim que ele me chamava) Você, é um semideus. Não sabemos de quem você é filho. Isso são pássaros-de-estinfália, e são maus. Precisa detê-los. Tome isto. - ele me deu uma espada de setenta centímetros de comprimento - Honre seu pai ou mãe.

Desferi um golpe contra aquela criatura, mas acredite, eram vários. Tinham uns oito, nove. Não dava tempo para lutar e contar. Eu me encurralei na parede e todos que vinham em cima de mim eu cortava ao meio. Terminou que eu estava cansado e com arranhões leves.

- Tome isto, é néctar e ambrosia. Vai te curar.

Eu bebi aquilo e instantaneamente e me senti muito melhor.

- Venha, vamos para o Acampamento Meio-Sangue, o seu lugar.

Então, pegamos um táxi e chegamos lá.

- Bem-vindo - disse Dan, tirando as calças, e mostrando pernas super-peludas - ah, e eu sou um sátiro, seu protetor oficial.

- Acho que já vi muita coisa estranha por hoje. Vou comer.

Johnny Courf

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Resultados dos testes de Rafael Souza e Johnny Courf

Mensagem por Poseidon em 13/02/13, 07:09 am

RESULTADOS

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Rafael Souza - Sua tentativa de reclamação foi reprovada, o que indica que você ainda não está pronto para ser um filho de Perséfone, como desejado. Você pecou grave, constante e dolorosamente no quesito ortografia, fazendo seu texto parecer uma conversa de msn ao ignorar quase completamente o uso correto da língua portuguesa: palavras como "mandar", "deixar", "gostar", "transformar", "jogar" e tantas outras estão conjugadas erroneamente no seu texto não só uma ou duas, mas diversas vezes e nos mais variados tempos verbais. Além disso, me surpreendeu a ausência de vírgulas! Por mais incompleto que estivesse, nunca havia lido um texto com mais de 5 linhas que não tivesse uma única vírgula! Ela é sua aliada, considere usá-la mais constantemente. Me incomodou, também, a falta dos plurais. Na passagem "seus presente", por exemplo, a última palavra pede um "s" no final para indicar pluralidade, assim como em "olhos castanho" e "três embrulho". O travessão da fala da personagem vem na linha abaixo do parágrafo, a palavra "sorriu" termina com "u" e não com "o", a preposição "de" não pode ser abreviada como "d" na língua formal. Estes foram alguns dos erros de ortografia e gramática presentes no seu texto, mas ainda não todos; não farei a lista completa ou me prolongarei demais.

Quanto aos erros do próprio jogo: relevei o fato de que a incompreensível passagem "eu entendi não hora quem era minha mãe" não conta como descrever como se sentiu na hora que descobriu que era um semideus, mas o fato de você simplesmente ter chegado ao Acampamento, sido reclamado e depois ter ido para o chalé com seus meio-irmãos me incomodou, já que não é fácil assim! Você narra suas intenções e nós, os moderadores, narramos os resultados! Você ainda não sabe se foi reclamado, então não pode simplesmente incluir isso no texto. Portanto me desculpe Rafael, mas não há possibilidade de aprovar um texto desses. Corrija os erros destacados em negrito e tente de novo se ainda quiser ser um semideus reclamado.

ψψψ


Johnny Courf- Sua tentativa de reclamação foi reprovada, o que indica que você ainda não está pronto para ser um filho de Ares, como desejado. Em um momento, fiquei inclinado a aprová-lo, uma vez que sua gramática não apresenta tantos erros, mas o fato de você ter simplesmente cortado nove aves da Estinfália ao meio me incomodou. Não é assim! São grandes aves de bronze de Nível de periculosidade 3! Eu até entenderia e te aprovaria se fosse uma e seu texto tivesse mais descrição de batalha do que simplesmente fatiá-la; mas nove aves? Cada uma eliminada com um golpe de espada? Me desculpe, mas não posso aceitar isso. Refaça o texto (se preferir, pode até seguir a ideia original) de modo mais realista e sensato e certamente lhe aprovarei.

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Última edição por Poseidon em 01/03/13, 01:15 am, editado 1 vez(es)
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Lorellaine Blake em 23/02/13, 11:33 am

1- De que deus você gostaria de ser filho?
Apolo

2- Por quê deseja ser filho dele (a)?
Porque Apolo é o meu deus preferido. Acho que ele é o único que não se acha o "supremo" só porque é um deus. Acho ele incrível.

3- Conte sua história


Dizem que a família é a coisa mais importante e mágica de nossas vidas. Bem, eu diria o mesmo, se tivesse uma. Moro no orfanato desde que me lembro, meus únicos amigos são Zack e Lancy, mas Lancy foi adotada por um senhor de cadeira de rodas, então sou só eu e Zack.
Meu nome é Lorellaine, Lorellaine Blake, tenho 12 anos e tenho mais ou menos 1,78 de altura. Tia Rose me encontrou em frente ao prédio Empare States em um dos passeios educativos do orfanato. Ela diz que eu estava no ponto em que o sol bate mais forte e mais penetrante, não que isso me incomode, quer dizer, gosto de ficar de baixo do sol, perece loucura mas quando estou debaixo do sol sinto a persença de meu pai, como se ele estivesse me observando. Sim, isso é estranho, na verdade todos me ignoram por eu ser um pouco esquisita.
Hoje é dia 3, 3 de dezembro, dia do passeio ede fim de anodo orfanato. Não estou muito animada, há coisa mais chata do que fazer uma excursão à campos de morangos? Pois é...Mas acho que sou a única que tem uma sensação ruim sobre esse passeio, porque todos estão muito animados.
Agora nós estamos no ônibus. Estou sentada com Zack. Ele está vestindo a mesma roupa de sempre, sua camiseta verde, uma calça de moletom larga azul e um boné preto que cobrem seus cabelos ensebados. Ele sempre me acalmaem tudo, mas desta vez, está me deixando um pouquinho nervosa.
-Aconteceu alguma coisa? -perguntei
-Campos de morango...alguns metros...colina meio sangue... -murmurou com os dedos inquietos e olhos parados.
-Colina meio sangue? -disse me ajeitando no banco -o que é isso?
-Eu disse meio sangue? Eu quis dizer colina meio ancalce. Sabe, ninguém consegue alcançar seu topo sem subir. -deu um sorriso amarelo.
O.K, ele mente muito mal, mas resolvi ignorar.
-Estamos chegando. Por favor retirem seus cintos e com cuidado vão pegando suas mochilas -anunciou tia Rose, que era diretora do orfanato.
Eu e Zack pegamos nossa mochilas nos posicionamos em uma fila no corredor do ônibus. Logo a porta e todos nós descemos.
-Uau! -murmurou Zack -Isso é mais preocupante do que eu pensava -disse olhando para o senhor que estava ao lado da tia Rose.
Os campos de morangos eram lindos. Eles se estendiam até onde meus olhos podiam enxergar. à minha esquerda havia uma estrada de terra, que sava para uma colina, deve ser a tal de colina meio alcance que o Zack falara. Á minha direita se estendia a estrada em que viemos, e atrás de mim mais campos.
-Esse é Riv -Rose disse apontando para o senhor ao seu lado -e essa é Karen -disse apontando para uma mulher também ao seu lado -Karen vai ser a guia de vocês, e Riv vai tomar cuidado para que nenhum espertinho saia perambulando por aí.
Começamos a seguir Karen, e Riv andava bem atrás de nós.
-Não estou gostando disso -disse Zack olhando para Riv desconfiado -precisamos sair daqui Lola, me segue!
Então ele saiu correndo em direção à colina.
-Pare Zack! -gritei o seguindo.
Quando estávamos no meio sa colina, Riv apareceu.
-Ora ora, onde pensa que está indo chifrudo? -disse sarcástico para Zack.
Karen vinha correndo em nossa direção também, mas a expressão dela era diferente, estava com um arco e flecha na mão e gritava:
-Pegue isso Lorellaine! Rápido! -e pude ouvir ela sussurrar -por favor Ártemis ajude ela a acertar pelo menos essa flecha, só até eu conseguir uma espada.
Ela jogou o arco e flecha para mim e eu o prendi nas costas totalmente confusa. Então Riv se transformou em um bicho com asas feito de fumaça.
-Ai meu Deus! -gritei apavorada.
-Corre Lolla! Lá para cima -disse Zack apontando para o pinheiro no topo na colina - deixe que eu cuido disso!
-Ah, mas nem pensar! -agarrei o pulso de Zack puxei ele comigo para o topo da colina.
-O que é aquilo? -gritei enquanto corria.
Zack olhou para trás e viu Riv se aproximando.
-Esprito da tempestade -disse como se estivesse se lamentando -mais rápido ele está chegando perto!
Eu estava correndo o mais rápido que pude. Já etsávamos no topo quando Riv sobrevoou acima de nossa cabeças e pousou em frente ao pinheiro, tampando nossa passagem.
-Onde acha que vai? Riv riu -Oh, acha mesmo que vou permitir que entrem aí?
Eu estava pingando de suor e minhas pernas estavam cambaleando de cansaço. O espírito da tempestada agarrou Zack pelo ombro e o levou lá para cima.
-Quer ele de volta? Eu faço uma troca, ele por você. -gritou Riv.
-Não escute ele Lolla! Atravesse o pinheiro!
Aquilo era loucura! Sem pensar peguei o arco e flecha e disparei. Sem nem mesmo mirar, consegui acertar o peito de Riv, e ele se desfez em fumaça, soltando Zack, que caiu com tudo em cima de mim, depois disso, a única coisa que me lembro era ter gritado:
-Caramba Zack se você fosse mais pesado seria uma geladeira.
Depois, apaguei.
Acordei em uma rede com Zack, Lancy e uma mulher, que eu deduzi que era uma enfermeira, me olhando esperançosos. Lancy? Como assim eu vim parar na casa adotiva de Lancy? Quando ela me viu, abriu um sorriso.
-Até que em fim você acordou, filhote de deus.
-Filhote de deus? -ri- já disse que não gosto dos apelidos que você me dá.
-Isso não é apelido Lolla, é a realidade -disse Zack.
-Gente por favor, eu acabei de acordar, minha cabeça está doendo, não estou com humor para brincadeiras.
-Você é filha de um deus! Não sabemos quem é, mas nós temos certeza que você é especial, porque de você não fosse, não teria atravessado o pinheiro. Zack estava de olho em você todo esse tempo... -disse Lancy- e eu...Bem, sou filha de Afrodite.
Quando olhei para Zack vi que ele tinha pernas peludas e cascos e...
-O que é isso? -gritei chocadap Zack você tem perna de bode!
-Sou um sátiro -ele sorriu orgulhoso -por isso eu usava calças largas, para você não perceber quem eu sou, isso pioraria tudo.
-Cara...Diz que isso é um pesadelo. -murmurei.
Aquele papo estava fazendo minha cabeça latejar. Nunca vi Lancy falar tão sério em minha vida, se Zack não estivesse lá eu provavelmente daria uma chance à Lancy para me explicar tudo com calma, mas Zack é suspeito quando se trata de assuntos praticamente impossíveis.
-Gente por favor, só porque eu não tenho família não é motivo para vocês me zoarem assim. Além do mais, vocês acham mesmo que eu vou acreditar nessa história?
-Zack chame Quíron por favor, acho que ele explicará melhor essa história.
Em poucos minutos um senhor com corpo de cavalo apareceu...Espera aí o que foi que eu disse? Senhor com corpo de cavalo? Não é possível, estou ficando maluca! Quer dizer que...Meu pai é um deus? Não Lorellaine, não acredite nisso, eles só querem te enganar.
-Olá jovem campista, sou Quíron. Fique calma, vou explicar tudo melhor para você, mas por enquanto... -disse Quíron abrindo os braços- Seja bem vinda ao acampamento maio sangue.

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Resultado do teste de Lorellaine Blake

Mensagem por Poseidon em 01/03/13, 01:13 am

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Lorellaine Blake - Sua tentativa de reclamação foi aprovada, o que significa que você foi reclamada pelo deus Apolo. Gostei bastante da sua história, ela me envolveu e conseguiu retratar fielmente as ações; não são todos que conseguem fazer um filme passar na cabeça de seus leitores. Seu vocabulário foi impecável, ainda que muitos erros de digitação tenham sido cometidos (mas não se preocupe, quando nota-se que o problema foi o teclado e não o conhecimento, pontos não são descontados, ao menos não no meu quesito). Sugiro que, nos seus próximos posts, adicione menos personagens ou, se for necessário inseri-los, certifique-se de citá-los como elementos importantes da história. Quando você citou Lancy no final, tive que reler o texto todo para lembrar quem era ela. Uma outra coisa que me confundiu um pouco foi quando você foi chamada de Lola; fiquei confuso pois você não havia se denominado de tal modo antes, mas deu para entender. Com as dicas propriamente dadas, eu te parabenizo, filha de Apolo, e te dou as boas-vindas ao Acampamento Meio Sangue.

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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Ashley William em 01/03/13, 05:20 pm

De que deus você gostaria de ser filho?

Apolo.

Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Pois acho que Apolo é um deus muito legal, além de ter várias habilidades em combate, eu o admiro por estar sempre alegre.

História: segue abaixo.


Na escola, eu não encaixava-me em algum grupo de populares, mas nos trabalhos, o líder era eu. Ninguém mais. Eu era líder. E fazia minha parte, era responsável. Atlético, 1,65m de altura e 66 quilogramas, olhos azuis, cabelos pretos...

Na escola, eu, como já dizia, não fazia parte de nenhum grupo de populares de minha escola. Com isso, eu só tinha um único amigo, que valia por todos na escola. Seu nome era David. Tinha cabelos encaracolados envolvidos numa touca, e possuía deficiência nas pernas. Tinha uma mania louca por usar calças. Também, na escola, havia um cara que era responsável pela limpeza da escola depois que os alunos iam para casa. Ele sempre ficava paradão, encostado num armário, com um balde, um pano de chão, um rodo e uma vassoura, sem nem tocar neles. Mas os diretores da escola insistiam que ele fazia seu trabalho direito. Nós apelidávamos (eu e David) Richard (o cara da limpeza) de sr. Estátua. Ele não conhecia o apelido, apesar de isto já estar rondando pela escola inteira. Bom, minha história emocionante começa aqui:

Por favor, alguém me ajude! Estou correndo muito perigo. Estava na escola quando a porta dos fundos foi arrombada e destruída. Alarmes de incêndio ecoavam por todos os cantos da escola. Muitos alunos gritavam: ''Ladrão! Socorro!''. Uma voz na minha mente me avisou: ''Ashley, olhe no seu pescoço. Há um colar nele. Aperte o botão vermelho''. Eu questionei se era alguma pegadinha dos alunos ou coisa do tipo, mas era só eu mesmo. Eu apalpei meu bolso de trás e encontrei um pequeno e simples colar com um botão vermelho preso num desenho de um raio. Eu o apertei e ele virou uma lança de 50 centímetros de comprimento. Eu, lógico, tomei um susto e estendi o braço, com medo. Eu fui ao ginásio, onde estava o homem. Eu fui ao seu encontro, estávamos eu e o monstro rodeado por moleques menores que eu. O diretor e os professores estavam presos em suas salas, com medo. Os alunos foram alertados para evacuarem, mas não obedeceram. Ficaram rodeando a escola procurando alguém corajoso. Eu apareci no ginásio seguindo os sons de conversas e gritos. Minha lança na mão, eu me posicionei na sua frente. O que ele era? Não fazia ideia. Tinha 2 metros e meio de altura, olhos totalmente selvagens, dentes afiadíssimos e braços peludos e tatuados com cobras, havaianas (dançarinas) e corações flechados. Estava descalço, usava camisa regata branca e bermuda jeans. Tinha cabelos castanhos curtos.

Ele investiu contra mim, mas eu consegui pular pro lado com ele passando como um trem de carga ao meu lado. Ele gritou de frustração, e investiu novamente. Desta vez, eu tentei usar a lança pra acertá-lo. Deu certo, sim. Mas eu fui empurrado pra trás e cambaleei, caindo. Ele veio a toda velocidade pra cima de mim, mas eu me rastejei pra esquerda, desviando-me. Um probleminha: ele passou exatamente por cima do meu braço. Por sorte, era o livre. Por azar, eu precisava dele pra me levantar. Fiz muita força pra me levantar apenas usando as pernas. Ótimo, consegui. Eu investi contra ele, mas desviou. Ele tentou me dar uma cotovelada, mas minha lança estava posicionada bem onde ele acertara. Ele voou pra trás numa distância de setenta centímetros. Eu posicionei a ponta da minha lança no coração dele, e fui a toda. Ele usou os pés pra me chutar e me derrubar. Eu levantei dificilmente, por causa do braço machucado. Não dava para ter muito espaço pra me movimentar, já que estávamos sendo rodeados por uma plateia de mais de cinquenta crianças. Ele veio com tudo pra mim e eu tive que dar força total pra direita e escapar. Quando eu pulei ele passou por mim, e eu usei a parte afiada da lança para o acertar. Ele começou a se dissolver em fumaça e pó, o que me deixava um pouco furioso. Precisaria de uma pá e uma vassoura. Droga. Muitos monstros me atacaram desde então, e eu venho me virando com minha lança, um dia um cara arrombou a porta da casinha e me puxou pelo braço murmurando coisas como ''corra! Eles estão vindo'' e eu sem entender nada, larguei seu braço e empunhei minha lança. Ele hesitou por um tempo e fez algo inesperável, como abaixar as calças.

- Viu, Ashley, eu sou um sátiro. Seu protetor. Agora venha comigo. - resmungou.

E me puxou pelo braço, levantando as calças e chamando um táxi, onde nos levou até Long Island, onde havia uma placa com entalhes em pedra: Camp Half-Blood. E assim eu entrei, com David entrando e trotando em direção a floresta, me deixando parado em frente a uma multidão de campistas que nem me notavam.


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Resultado do teste de Ashley William

Mensagem por Poseidon em 02/03/13, 04:37 pm

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Ashley William - Sua tentativa de reclamação foi aprovada, o que significa que você foi reclamado pelo deus Apolo. Sua história foi interessante, ainda que bastante comum: o velho conto do garoto pouco sociável que tinha um amigo que vivia de touca e calças. Mas isso não desqualifica tampouco tira crédito da sua história, apenas a torna previsível. Gostei da lança em vez da usual espada e do fato de que você não foi levado para o Acampamento logo após ter enfrentado seu primeiro monstro; isso dá um toque único e original à sua história. O que mais me impressionou, contudo, foi a cena da luta! Adorei sua descrição e movimentos e o lestrigão foi uma bela escolha de adversário, uma vez que muitos dos que fazem os testes de reclamação enfrentam logo de primeira um Cérbero ou uma Campê... Já vi gente enfrentando Tifão de primeira (graças aos deuses não neste fórum)! Portanto, bem escolhido!

Houveram alguns erros quanto à repetição excessiva de palavras no começo do texto e uma preposição terrivelmente empregada no último parágrafo, mas eu não deixei isso ser motivo pra me impedir de te aprovar,; mesmo assim, não se esqueça de tomar mais cuidado com esses fatores, pois eles podem ser sua perdição mais tarde! Do mais, parabéns pela reclamação, filho de Apolo. Aproveite as vantagens e compareça aos treinos para que seja digno de receber missões e atingir a imortalidade!

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Última edição por Poseidon em 08/03/13, 09:05 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Carlos Ferreira em 08/03/13, 02:36 pm

De que deus você gostaria de ser filho?

Hefesto


Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Por que eu acho Hefesto um deus poderoso, e suas habilidades impressionam até o maior dos forjadores, e eu acho Hefesto um exemplo de superação pois mesmo sendo jogado do alto do Olimpo ele não desistiu e provou a sua mãe que era capaz de um lugar entre os deuses maiores.


História: segue abaixo.

Acordei, um pesadelo me assombrou durante a noite, continuei deitado e olhei as horas, 7:00hs, mas olhando pela janela parecia ser bem mais cedo, mas de um jeito ou de outro era hora de me levantar e ir pra escola, primeiro dia de aula, bem no dia do meu aniversário, fiquei um pouco na cama olhando para o teto, levantei-me as sete e dez, na hora em que eu coloquei os pés no chão ouvi uma voz me chamando da cozinha no primeiro andar “filho acorda esta quase na hora de você ir pra escola”, era minha mãe, acabei de me levantar fui ao banheiro no corredor tomei um banho gelado, voltei para o quarto e coloquei minha roupa escolar, que eu já havia separado no dia anterior, peguei minha mochila, nela tinha meu caderno, meu estojo de materiais escolares, e meu estojo de materiais meus(eu por algum motivo adorava ficar montando pequenos mecanismos e modificar aparelhos, uma vez fiz uma adaptação na minha bicicleta, dês de então ela anda quase sozinha, quase por que eu só preciso pedalar um pouco e então ela mantem a velocidade, eu não sei bem ao certo por que eu gosto disso mas eu gosto), então desci as escadas e quando cheguei me deparei com uma cena meio incomum naquela cozinha, todos em pé, minha mãe, meu padrasto, minha irmã, e meu melhor amigo, que eu não sabia que estava ali Jonathan, segurando um bolo de chocolate com velas formando um numero doze, “feliz aniversário” todos disseram, fiquei muito feliz por ter sido recebido daquele jeito.
Quem diria que um dia tão bom poderia acabar mal?
Depois da minifesta, e de descobrir que eles tinham adiantado o relógio do meu quarto em uma hora para “poder aproveitar mais”, eu e Jonathan saímos nos estudávamos na mesma escola, esperamos por uns dez minutos no ponto de ônibus, então um pouco depois o ônibus chegou nós subimos encontramos dois acentos vagos, nos sentamos e fomos para a escola, o primeiro dia foi bem chato tirando pelo fato que eu modifiquei o microfone do diretor para que a voz dele saísse como se ele tivesse aspirado gás hélio, os alunos acharam engraçado, o diretor não, mas ele não descobriu que havia sido eu, mas depois voltando pra casa, eram mais ou menos umas sete horas da noite, com meu amigo Jonathan, a casa estava toda escura, pensei que haveria outra festa surpresa, entrei e gritei que havia chegado, sem resposta, deveriam estar esperando pra pular e gritar “SURPRESA!” avancei com Jonathan para a cozinha onde sempre encontrava minha mãe fazendo comida á essa hora, então vimos uma cena que ninguém nunca deveria presenciar, eu vi a cozinha com sangue em todas as paredes, a cabeça do meu padrasto na pia, um pé saindo do lado de fora da casa com o sapato da minha irmã menor, e a minha mãe no meio da cozinha com um buraco gigante no estômago e uma criatura com a cabeça dentro daquele buraco devorando o que havia ali dentro, aquela criatura parecia um cachorro gigante com pelos negros como a noite, ele olhou para mim, ele tinha olhos vermelhos-sangue e parecia até que estava olhando dentro da minha alma, ele tinha uma cicatriz cortando um dos olhos, ele farejou o ar, arregalou um pouco mais os olhos, o que me fez recuar um pouco, ele avançou em mim, eu me esquivei pulando para o lado Jonathan não conseguiu perceber tão rápido quanto eu, e foi pego pelo gigante cão negro, eles foram voando para a sala com a forçado salto do cão não seria de se espantar que isso acontecesse, mas não houve som de choque contra o chão, olhei e eles dois haviam desaparecido na escuridão do canto da sala, eu estava boquiaberto esperando respostas algum pensamento que me levasse a achar algum sentido naquilo tudo, nada, então escutei algo batendo contra o gramado no lado de fora da minha casa, corri para ver, eram os dois, “mas eles estavam na sala como foram parar lá fora?” então vi o cachorro gigante sacudir Jonathan no ar loucamente enquanto Jonathan tentava socar o focinho do cão, então a mochila que ele estava carregando arrebentou uma alça e caiu nos meus pés “Pegue...Espada...Mochila” estas foram as palavras de Jonathan enquanto estava sendo sacudido pelo cachorro, não entendi mas pensei que havia algo a ver com a mochila, abri e lá eu vi no fundo algo que parecia um cabo de espada em baixo do caderno de Jonathan peguei aquilo pensando ser só um cabo pois não havia espaço ali para uma espada(eu achava né), mas mesmo assim saiu uma espada dali, dourada parecia ouro, não era tão pesada para precisar das duas mãos para maneja-la mas ainda sim era pesada, o cão quando viu a espada recuou e soltou Jonathan no chão, eu olhei para a espada e para o cão, sabia exatamente o que fazer, nessa hora comecei a sentir como se eu estivesse esquentando, avancei contra o cão, ele fez o mesmo contra mim, notei um pouco antes, e escorreguei por baixo dele esticando a espada, fazendo um ferimento em sua barriga, estava me sentindo um pouco mais quente, ele caiu no chão escorregou um pouco no gramado me observou, e então ele em si começou a descer na escuridão que estava em baixo dele, observei aquela cena chocado, ele simplesmente sumiu nas sombras, “Atrás de você!” ouvi Jonathan gritar, virei me girando a espada pronto para um ataque surpresa, eu estava certo o cão estava lá e eu o acertei bem no focinho, ele recuou, me sentia muito mais quente, então o cachorro super. avantajado olhou me com um olhar de ódio, podia ver um estranho reflexo vermelho em sua pelagem como se algo estivesse brilhando e iluminando-a, e eu estava quase pegando fogo de tão quente, ele investiu contra mim, mas dessa vez não senti mais necessidade de esquivar, saltei para seu encontro, vi algumas chamas saltando de traz de mim para minha frente, e a espada ficando vermelha e pegando fogo, cortando em direção ao cão gigante, fechai meus olhos.
Quando abri novamente o cão estava no chão pegando fogo, derrotado, Jonathan me olhando com olhos arregalados assustado, eu vi o cão se desfazer no ar em um pó dourado mas uma de suas presas ficou no chão, então eu comecei a sentir o peso do cansaço me batendo a porta e então desmaiei no chão.
Então acordei em um lugar que nunca havia estado antes, com algumas camas crianças dormindo nelas mais ou menos da minha idade, e um certo cheiro de enfermaria? Vi meu amigo Jonathan chegando na cama que eu estava, ele estava com uma atadura gigante dando varias voltas no seu tronco, lembrei que isso tinha sido por causa do cão... Cão? Minha família?... lembrei me que eles não estavam mais entre os vivos, então comecei a chorar ali mesmo onde eu estava Jonathan chegou e me abraçou fiquei ali chorando por uns dez minutos e então eu cessei demorou esse tempo para eu notar que agora minha família estava morta e eu sozinho no mundo, não sabia o que aconteceria da minha vida dali pra frente, “ eu tenho que te contar uma coisa Kadu”, eu olhei para ele ainda com lagrimas nos olhos, “eu sei que é duro pra você estando nesse estado mas eu tenho que contar... Você é um semideus”, “Semideus?”, “o que isso quer dizer? Que eu sou um filho de algum tipo de deus Nórdico?” “Grego pra falar a verdade, você é filho de Hefesto deus do fogo, da forja e do trabalho”, “Minha família esta toda morta e você me vem com bobagens que tipo de amigo é você?”, “eu entendo sua frustração eu também perdi minha família”, era verdade ele já havia me contado isso, ele tinha dito que um homem entrou em sua casa e torturou sua família na sua frente, então um policial entrou atirando nele e o matou, “E sobre como eu te contei era mentira, não era um homem, era uma Empousai e não era um policial também era um semideus que veio me buscar, assim como eu fui te buscar”, assimilar tudo aquilo era difícil para minha cabeça, deuses gregos, cães gigantes, semideuses, “ pode me dar algum tempo?” pedi, ele se levantou e saiu, isso tudo era verdade, eu na verdade em algum lugar já sabia disso, o que eu vivia nunca fez parte de mim realmente, só estavam esperando a hora certa para me falarem o que eu era e agora eu sei, eu sou Carlos Ferreira o semideus filho de Hefesto.



Última edição por Carlos Ferreira em 08/03/13, 08:49 pm, editado 3 vez(es) (Razão : ainda não tinha colocado o final desculpe, troquei no meu perfil então mudei aqui tbm descupe²)
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Poseidon em 08/03/13, 09:26 pm

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Carlos Ferreira - Sua tentativa de reclamação foi aprovada, o que significa que você foi reclamado pelo deus Hefesto. Senti que você tem potencial para fazer melhor do que este teste (que não deixou de ser aprovado, ainda que não tenha causado impressões magnânimas), portanto vou dar-lhe algumas dicas para melhorar seu texto estética e gramaticalmente. A primeira coisa é adicionar parágrafos! Corrigir um texto que não tem divisões, pausas ou espaços entre as frases é muito cansativo e extremamente confuso. Tente adicionar parágrafos mais regularmente, por favor. Outra coisa que me chamou a atenção, também, foi a escassez de pontos finais no começo do texto, fator que foi corrigido ao longo da produção. Um cão infernal é difícil de ser combatido, mas sua cena de batalha me agradou bastante.

Quanto ao jogo em si, você não pode simplesmente dizer no final do seu texto que foi aceito por quaisquer meios, isso cabe aos ADM's decidir. Fiquei, também, confuso ao corrigir o ponto obrigatório "Conte como chegou no Acampamento Meio-Sangue", pois você não constou em momento algum como você foi parar lá, apenas desmaiou e apareceu na enfermaria, mas isso foi relevado justamente por você aparecer no lugar dos enfermos do Acampamento, o que é aceito na descrição desse tópico. Portanto, parabéns, filho de Hefesto! Você foi reclamado e aceito!

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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Lariissa Momsen Oliveira em 22/07/13, 08:20 pm

De que deus gostaria de ser filho?
Hades De que deus gostaria de ser filha
Por quê esse deus deveria reclamá-lo?
Pois acho ele fantástico e misterioso. Suas habilidades são impressionantes e está sempre marcado nas histórias mitológicas-tanto romanas quanto gregas- e não tem nenhum filho para honrar seu nome nas histórias. Todos dizem que ele é o mais sinistro das mitologias mas não acho, primeiro pois somente ele sabe descrever o que é a morte e em segundo ele foi o único que continuo com a promessa que ele e seu irmão mais novos -Poseidon e Zeus- fizeram sendo que ele é muito fiel a sua esposa.       


História:


 05:00 hrs da manhã acordo com o mesmo sono: Um homem me chamado dizendo-me que eu tinha que achar o que o meu pai precisava, eu sempre dizia que eu não sabia o que era e que o meu pai estava morto a 13 anos. Com isso o sonho terminava e eu acordava.
Como sempre, depois dos sonhos que tinha não conseguia mais dormir. Com isso sempre saia para correr pelo parque juntamente com os únicos amigos que eu tinha: Ben e Jack e o meu cachorro que eu chamava de escuridão- o pelo de escuridão era de um preto intenso como a noite e seus olhos demonstravam um vermelho-vivo eu não sei por que mas isso era incrível, quem me dera este cachorro foi o meu pai não exatamente a mim mas sim a minha mãe-. 

Ben e Jack eram diferente das outra pessoas, quando cheguei ao colégio logo no primeiro dia fizemos amizade. Bem, logo na primeira aula descobri que além de mim Jack era o único que tinha deficit de atenção. No intervalo, Ben perguntou:

-Larissa, como você resumiria a sua vida até agora?
-Bem, podemos dizer que sou a garota problemática da família. Moro com a minha tia, meus três primos e o meu tio. Minha mãe morreu quando eu tinha 02 anos em um incêndio, então com isso não lembro muito bem de como ela era. 
-E o seu pai? - Jack perguntou
-Minha tia falou que ele morreu 13 anos atrás.
-E por que você sempre veste roupas escuras deste jeito? - Ben perguntou para quebrar o clima de tensão que tinha ficado.
- Me visto assim deste que comecei a ter sonhos estranhos durante a noite com um homem dizendo-me que eu não era igual as pessoas a meu redor. Ele falou que quando eu acordasse teria dentro do meu guarda-roupa roupas que eu deveria usar a partir daquele dia. Mas, isso já faz 03 anos.
Ben e Jack se entreolharam e Jack falou hora de voltarmos a sala de aula. Terminado de dizer o sinal tocou e entramos na sala.
Na saída para casa Ben e Jack sempre ficavam na minha casa para fazer as atividades e tomar um lanche enquanto os meus tios iam para o trabalho e meus primos ao colégio. Só que nesta noite percebi que meus tios não voltariam para casa. Não me pergunte como eu sei disso eu somente... sinto o que vai acontecer com as pessoas.
Depois de cinco minutos alguém bateu na porta quando abri não tinha ninguém somente quatro sacolas destinadas a mim. Chamei Ben e Jack para olharem.
-O que deve ser? - perguntou Jack
-Espera, aqui tem um cartão, que diz... peraí como é que eu consigo ler isto que eu saiba isso é grego e ainda por cima eu tenho deficit...
Jack não deixou eu terminar e falou:
- Você nem tentou ao menos concentre-se e leia.
Com isso decidi não continuar argumentando e comecei a ler:
-Cara Larissa, como você não quis dizer o que eu estava procurando mandei uns presentinhos para você, tomara que você goste. Até mais ver 
Ass. Ares
P.S. a missão de vocês está fracassada sátiro e semideus você nem sabe de que deus ela é filha.
Terminado a leitura falei, espantada:
-Espera como eu consegui ler em grego e o que ele quis dizer com missão de vocês.
-Ele tem razão Jack, teremos que levar ela ao acampamento- disse Ben assustado olhando para o lado e para o outro.
-Larissa arrume a sua mochila que partiremos imediatamente- disse Jack 
Tá bom mais primeiro vocês tem que responder as minha perguntas: quem é Ares, que missão vocês estão fazendo e o que tem dentro do saco.
Depois de um logo suspiro Jack disse:
-Ares é o deus da guerra. Eu sou um semideus e Ben é um sátiro você era a nossa missão levar você em segurança até o acampamento. E dentro do saco está os corpos da sua tia seu tio e dos seus primos.
Fiquei assustada por que como eu poderia ser uma semideusa? 
-Eu tenho deficit de atenção não sou uma semideusa.- falei pegando escuridão no colo.
-Por isso percebemos que você era uma de nós.- falou Jack - o jeito que você consegui ler em grego e os sonhos que você tem. Isso são sinais de que você é uma semideusa muito poderosa. 
-Mas, não sabemos quem é o seu pai.- disse Ben.- Contamos o resto no caminho para o acampamento, agora coloque todas as suas roupas e pegue o seu cachorro.
Não discuti com eles e fiz o que eles mandaram.
Depois de duas horas dentro de um ônibus soltamos em um lugar deserto aonde somente observei um pinheiro no topo da colina. Faltando cinco metros para completar a colina e atravessar o pinheiro apareceu um monstro na nossa frente e Ben gritou:
-SEPAREM-SE!! Tentem chegar a montanha sem se machucar.
Mas Jack não deu ouvidos pegou uma espada de dentro da sua mochila e enfrentou o monstro.
-Jack não!!! - gritei desesperadamente
Depois do primeiro ataque o monstro revidou e jogou Jack para perto do pinheiro e com toda a raiva que eu estava sentido ouvi uma voz no meu pensamento:
-Fale com escuridão ele saberá o que fazer. Apenas diga: Escuridão agora faça a sua parte.
Não hesitei e falei com toda as forças que eu tinha:
-Escuridão agora faça a sua parte!!!!
Com isso escuridão passou de um simples filhotinho para um enorme cachorro. Ele partiu contra o monstro e co isso me senti exausta, mas em compensação na primeira mordida de escuridão o monstro virou pó. Antes de desmaiar eu falei ao meu cão:
-Muito bom, agora... leve eu e os garotos ao acampamento. 
Acordei me sentido  ainda um pouco fraca e percebi Jack ao meu lado
-Jack,- disse- por quanto tempo eu dormi? Aonde eu estou? E o mais importante, cadê escuridão?
-Bem você dormiu por uma semana, está na enfermaria do acampamento, e escuridão está na arena.
Ben apareceu em roupas totalmente diferente de uma semana atrás. O mais estranho foi que ele se ajoelhou e Jack fez o mesmo gesto.
-O que foi que eu perdi?? -disse estranhando o modo dos dois.
-Você é uma semideusa filha de um dos três grandes o irmão mais velho de Poseidon e Zeus. Você Larissa é filha de Hades, deus do submundo. Lembre da voz na sua cabeça falando para você falar com o seu cachorro.-Disse Ben
-Hãã, como vocês sabem do homem falando na minha mente?- perguntei
-Você fala enquanto dormi- disse Jack meio constrangido.
Ficamos em silêncio por alguns minutos e eu percebi sobre o que eles estavam falando e era verdade: o jeito como percebi que meus tios não voltariam para casa e como conversei com escuridão.
Então levantei-me da cama fui em direção a arena e assim que cheguei todos se ajoelharam e escuridão veio na minha direção.
-Calma garoto- escuridão já estava em seu tamanho filhote- e ainda estou fraca.
Jack ajudou-me a levantar e escuridão foi brincar aonde estava. Mas olhando ao redor percebi que mesmo ajoelhado ali não era o meu lugar.
-Larissa- disse um homem melhor dizendo um centauro.
-Sim.- falei meio tonta ainda. 
Precisamos conversar, vamos a casa grande. Seguimos em direção, mas não deixei escuridão sozinha novamente. O centauro sentou em uma cadeira apropriada e ficamos de pé.
-Você é uma menina muito especial, como você deve perceber.- disse o centauro
-Diga logo o assunto não precisa ficar fazendo rodeios.- disse eu em um tom meio agressivo.- Sem que não sou bem vinda aqui nem mesmo o meu pai. Vindo até a casa grande observei que tem chalé para todos os deuses menos a Hades. Então se ele não é bem vindo aqui também não sou.
-Jack e Ben, meus amigos, meu lugar não é aqui acho que vocês compreenderam não é?-falei um pouco mais calma- preciso ir.
Abracei-os e mande eles saírem para falar a sós com o centauro. Mas logo em seguida das sombras apareceu um homem e de algum modo já sabia quem era.
Hades!- eu e o centauro falamos ao mesmo tempo.
-Agora podemos conversar não é mesmo?- falou o meu pai
-A sua filha não quer conversa.- disse o centauro
-Claro que não até parece que ela seria bem vinda aqui sem ao menos ter um chalé especifico para ela.
Essa conversa não devia ter nem começado. A minha filha irá ao submundo aprender como usar os seus poderes.
-Vamos filha.- disse Hades 
Não disse nada por um momento mais antes de partir disse:
-Eu sou Larissa, filha de Hades, Deus do Submundo.
Com isso, peguei escuridão e viajamos através das sombras.

  
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Poseidon em 15/08/13, 05:02 pm

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Lariissa Momsen Oliveira - Sua tentativa de reclamação foi anulada, pois seu teste destina-se a Hades, que, juntamente com Zeus, Poseidon e Athena, é um deus que realiza testes especiais em períodos especiais, diferentemente de todos os outros. Cabe somente a Hades julgar seu teste, portanto não posso avaliá-lo, mas posso dar um conselho: aguarde até que o teste seja lançado e tenta de novo. Ou, se preferir se candidatar à reclamação por parte de outro deus que não os supracitados, sinta-se livre para fazê-lo nesta página.

ψψψ

P.S.::
Lariissa, foi mal mesmo pelo demora. A equipe de ADMs inteira ficou um tempão se dedicando ao site, fazendo melhoras e estando pronto pra quando alguém viesse jogar, mas passaram-se 3 meses e ninguém novo se apresentou por aqui. Com o tempo, acabamos desistindo do projeto e, infelizmente, cada um seguiu seu rumo. Acho que não será uma experiência tão prazerosa jogar aqui quanto um dia já foi.

Peço perdão em nome de toda a equipe.
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Nicole Lopez em 28/09/13, 10:09 am

De que deus você gostaria de ser filho?

Apolo.

Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Me identifico com Apolo, adoro ele e amo seu carisma.

História:
As ruas estavam cheias de bandeiras com as cores da bandeira americana e as lojas estavam cheias de pessoas correndo em todas as direções comprando enfeites para 4 de julho. O sol ardia sobre nossas cabeças e as sorveterias dos parques estavam suportando toda a cidade em seus bancos e balcões. As calçadas estavam abarrotadas de pessoas querendo ter uma visão mínima do desfile de balões e as piscinas de condomínios estavam sendo aquecidas naturalmente por causa da grande quantidade de pessoas ali dentro.
    Estava apoiada no parapeito da janela de meu quarto adotivo enquanto minha meia-irmã mais nova, Mia, penteava seus longos cabelos encaracolados ruivos e os prendia fio por fio em uma trança que parecia não ter fim. Ela me olhava com expressão de pena e uma fina camada de água cobria seus olhos, borrando a pequena quantidade de rímel que havia em seus olhos e fazendo-a parecer um guaxinim.    
    -Sente saudade de seus pais de verdade Nicole? -ela perguntou e logo voltou a prestar atenção em seus cachos.

    Senti minha pele ferver, não que eu não gostasse de Mia, mas perguntas sobre meus pais sempre foram um assunto pessoal. Tirei meu boné dos red sox com relutância e o apoiei na maçaneta da porta.

    -Mia por favor...

    -Não tem problema Nicka - Nicka, como eu detestava que me chamassem assim.  -só fiquei um pouco curiosa
Voltei a olhar para as famílias andando pelos parques e pensar em como devem ser felizes.
    Interrompendo meus tristes devaneios, A bruxa que ousou e me recolher em sua moradia, minha madrasta, entrou no quarto. Usava suas roupas negras de sempre e segurava um pano com suas mãos.

    -Levante-se Nicole, meu escritório está um nojo e a empregada faltou hoje para passar um dia inútil com sua família. Sugiro que ande logo, quero que esteja limpo antes que eu chegue do almoço em família -sorriu para Mia por um intante e vi algo passar pelos seus olhos. Seria amor? Impossível, Rase nunca amaria ninguém em sua vida, nem mesmo sua filha Mia. -Ah, e claro, se estiver com fome, tem algumas balinhas de hortelã na quinta gaveta de meu escritório.

   Ela sorriu sínica e fez um gesto para que eu a acompanhasse.
   Entramos no escritório e ela deixou o pano apoiado no criado mudo. A sala estava uma zona. Papéis espalhados por todo o chão de mármore, tinteiros abertos na mesa de vidro manchando os computadores, janelas riscadas e o espelho quebrado. Não pude evitar um suspiro.
 
   -Comece pelas gavetas. -disse sem olhar para mim, sentando-se no sofá vermelho sangue.
   
   Logo que abri a primeira gaveta encontrei uma coisa que chamou minha atenção. Uma foto. Dois homens, o da direita era loiro e possuía olhos cor de mel. Seu sorriso era tão intenso que era como ele irradiasse o sol. Ao seu lado havia um senhor de cadeiras de rodas, com barba bem aparada e com um cobertor em seu colo.

  -Quem são? -perguntei mostrando a foto para minha madrasta.

  -Ora céus! Esqueci que essa foto estava aí -ela fingiu surpresa -Esse é seu pai minha querida.

  -E o senhor que está ao seu lado?

  -Não devia estar falando isso pequena Nicka, mas esse aí é o homem que te fez uma órfã, assassino de seu pai. Eles sempre se encontravam aqui, para assistirem o desfile de balões.
-Ele...matou meu pai? -não deixei as lágrimas atravessarem meus olhos.
Ela assentiu.
Minha cabeça explodiu de ódio. Sempre fui vingativa, sempre caminhei  um um passado contínuo onde todas as mágoas e rancor ficavam guardados. Senti meus olhos brilharam de fúria de repente as lágrimas não estavam mais lá. Levante-me em um movimento rápido e disse a Rase:

  -Sinto muito senhora Rase, mas tenho coisas mais importantes para fazer.

  Corri de volta ao meu quarto, abri meu armário e retirei de lá a única lembrança de meus pais, uma faca.
  Saí pelas ruas de Long Island. Atravesse multidões até escurecer, talvez Rase mentira, ele não estaria aqui, era só uma desculpa para me incriminar de não ter limpado seu escritório.
  Emfim apoiei-me  na parede de um beco, meu sobretudo negro encobria uma blusa vermelha que vestia, mostrando apenas minha calça escura e botas negras, as quais eu costumava vestir. Passei a mão pelo cabelo entediada pelo fato do assassino não aparecer. Queria correr, queria ação, queria mata-lo.
  Fiquei um bom tempo assim, até que vi minha vítima passar. Seria fácil, ele andava de cadeira de rodas e eu o alcançaria facilmente. Estava torcendo para não ter receio de mata-lo, Mantinha  minha raiva no nível máximo, para que eu não tenha dó de vingar o que ele fez com meu pai. Rodei minha faca na mão esquerda e a coloquei por debaixo do casaco enquanto saía das sombras da construção em direção ao homem que deveria ser morto. Os olhos dele me encontraram no meio do caminho, e pude ver claramente que ele sabia porque eu estava ali.
 Ele saiu apressado, com uma expressão assustada e movendo seus braços rapidamente para me despistar. Corremos por entre a multidão novamente, a qual estranhamente apenas dava passagem para nós. Até que vi o homem entrar dentro de um clube abandonado na cidade. Por fim...O perdi de vista.

  -Esqueça de seus objetivos Nicole -ouvi um barulho mecânico atrás de mim, era ele, o senhor de cadeiras de rodas - não sou eu o vilão aqui.

  Então do meio das sombras das árvores saiu Rase, a madrasta psicótica, e murmurou algo em grego antigo. Logo após essa cerimônia nada agradável ela se transformou em um animal bizarro feito de fumaça com uma asa esquisita cor púrpura.

  -Minha adorável enteada, sinto lhe informar mas você não terminou de arrumar meu escritório.
Gritei. Senti o ar de meus pulmões irem embora. Minha garganta ardia, minha perna tremia, meu corpo pinicava, e meu coração explodiu.
Recuei alguns passos até atingir uma cadeira de rodas vazia. Olhei para trás assustada, o velho não estava mais sentado. Aliás, não havia mais velho, mas sim um homem. Quero dizer, um homem embutido em um cavalo, ou um cavalo embutido em um homem. Que seja.

   -Onde está seu protetor incompetente Nicka? -perguntou com voz afetada
   -Cuido de Nicole pessoalmente Espírito da tempestade! -murmurou o centauro.
    -Calado Quíron! -ela cuspiu a palavra - Já matei a mãe dela, e se me der licença gostaria de cuidar da filha também.

Olhei assustada para todos os lados. Aquilo não podia estar acontecendo.
Senti minha vida ir embora. Na verdade, perguntei-me se eu de fato havia vida para me lembrar. Aquela mulher matara minha mãe e estava disposta a me matar também. Ela realmente iria, se eu desistisse, coisa que eu dificilmente faço.
De repente minha voz saiu, e me ouvi dizendo uma coisa que minha covardia jamais permitiria.

-Com licença, cavalinho, essa luta é minha.

  Avancei com a a faca em punhos, enquanto a lâmia corria em minha direção também. No último minuto, escorreguei para a esquerda, passando a lâmina na lateral do corpo do monstro. Viramos no mesmo momento enquanto sangue espirrava no corte feito em seu tronco. Ela atacou-me com suas garras obrigando-me a caminhar para trás enquanto desviava ou defendia-me com a adaga. Um momento de descuido fez com que a garra da mulher-monstro atingisse-me no braço abrindo um corte não tão profundo, porém que doía bastante.

A lâmina traçou um corte horizontal, fazendo com que o monstro tivesse que afastar-se. Continuei com estes golpes: horizontal, diagonal, vertical, diagonal, diagonal… A cada passo  que ela dava para trás, mais perto ficava de uma grande árvore bem atrás de si. Um último golpe e ela enfim encostou as costas na árvore, notou seu erro tarde demais, já que no segundo seguinte uma adaga cortava-lhe o corpo em dois partindo-lhe da asa esquerda até o começo de sua  pata feita de fumaça. Ela não teve tempo de gritar antes de transforma-se em pó dourado.

    Olhei abismada e um pouco atordoada para o centauro.
    Ele me deu a mão e meu colocou sobre se corpo peludo de cavalo.

    -Não se preocupe, não sou um assassino. -ele olhou pra mim- vou te levar para um lugar seguro, o acampamento meio sangue.
-Acampamento mãe de quem?
-Um acampamento para treinar pessoas especiais como você. Filhos de deuses gregos, guerreiros corajosos, heróis do Olimpo...
-Filhos de deuses gregos?
Me senti confusa, mais do que estava a minutos atrás. Eu acabara de matar um monstro, transforma-lo em pó. Guerreiros corajosos, a voz de Quíron falava na minha cabeça, filhos de deuses gregos.
Uma lembrança me veio em mente. Eu estava em um parque, tinha apenas 5 anos, e uma mulher loira estava ao meu lado, com expressão apavorada. Corríamos de algo, um homem alto e vermelho. A mulher do meu lado gritava e atirava tudo que havia pela frente no grande monstro.
-Nem os monstros mais vorazes do submundo poderia me fazer desistir de Nicole. -a mulher gritava. -Hades nunca terá o que quer, e mesmo que tenha jamais será devido a minha desistência.
Ela me deixou sentada na escada de um orfanato ao lado da praça, e avançou com um galho para cima da criatura.
Não deu outra.
O monstro a derrubou com com um só golpe, e ela caiu com olhos arregalados no chão. Olhos que jamais enxergaria algo novamente.
Voltei para o presente..
Para onde mais poderia ir? Morar na rua? Arrumar emprego de gari? E o que aconteceria com Mia?
Em um piscar de olhos essas dúvidas se foram em um grande sorriso, seja lá o que essa maluquice for, sei que terei algo que nunca tive, e se tive não me lembro...Um lar.
Pois se algo der errado, sempre me lembrarei do que a mulher havia feito por mim, e eu estava completamente disposta a encarar o que viesse para fazer algo por ela também.

Nicole Lopez

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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Victorya Levesque em 09/12/13, 09:29 am

De que deus você gostaria de ser filho?

Perséfone

- Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Por ser forte, apesar de ter sido obrigada a se casar com Hades, tornando-se rainha do submundo, possui autoridade. Me identifico com sua personalidade. Estar na natureza me deixa mais leve.

~ História ~

Nunca imaginei ter aventuras na vida, até conhecer o acampamento meio-sangue. Vou começar novamente , meu nome é Victorya Levesque tenho 13 anos e a uma semana descobri que sou filha de uma deusa.
Minha vida era simples vivia na Florida em Alachua com meu pai, tínhamos uma vida bem simples, meu pai era dono de uma floricultura que já estava falindo, não entendia o porquê quando ia a casa da minha avó ela sempre me dizia que meu pai era louco pela sua profissão e que viver longe das flores nunca foi possibilidade na sua vida, até que... Ela nunca continuava o final da história, cresci sabendo apenas metade da história, nunca fui além para saber, aquilo machucava meu pai, porém a uma semana  toda minha história veio a tona.
No colégio não possuía muitos amigos tinha apenas um, Jonathan, nos conhecíamos fazia pouco tempo mais éramos grandes amigos quando podia passava o tempo todo com ele, ate descobri que era um sátiro e que estava responsável em me levar até o acampamento meio-sangue em segurança, não ocorreu como esperávamos. Alguns dias antes de me contar toda a verdade nosso colégio havia substituído uma de nossas professoras, a nova professora era muito estranha tinha hábitos que ninguém entendia. Em um dia depois da aula , ela me chamou para conversar na sua sala,não havia entendido porque já que era uma aluna quieta, mesmo assim fui. Já estava quase batendo na porta quando ela se abriu e a professora estava parada na minha frente com um sorriso no rosto.
- Entre minha criança. – entrei , sua sala tinha um cheiro estranho apesar de estar toda organizada.
- O que a senhora quer falar comigo ?
- Pra quê pressa criança, temos tanto tempo para conversar... – Estava começando a ficar com medo , sua voz era de arrepiar , tentava controlar minha emoções para não demonstrar medo
- Diga me criança quem é seu pai? – por que ela estava perguntando aquilo? Não fazia sentido , mesmo assim resolvi responder.
- Meu pai é Victor Levesque , a senhora não sabia disso?
- Não estou falando do seu pai mundano, quero saber da sua mãe quem ela é? – Se levanta e começa a andar na sala com a mão no queixo – Bom já sabemos que não é pai seria melhor se fosse Athena nem Afrodite deve ser , seu cheiro é muito fraco – Se vira pra mim – Diga-me quem é sua mãe?
Fiquei imóvel sua aparência estava mudando a cada minuto parecia mais sombria.
- Não sei quem é minha mãe, não a conheço.
- Ora, Ora olha o que temos aqui , um semi-deus abandonado, isso não será bom pra você criança, se você me ajudar poderei te ajudar também. –Algo me dizia que eu precisava sair dali, mas não via possibilidade, assim que entrei ela trancou a porta impossibilitando-me de sair.
- Eu quero sair! – Falei tentando soar ameaçador.
- Logo agora que vai ficar interessante!
Corro em direção a janela sei que não tem como escapar, mas prefiro não ficar pra saber o que ela queria comigo, minha tentativa de fugir foi totalmente interrompida quando me pegou pelo braço e me jogou contra a parede, a sensação que deu era de uma boneca sendo arremessada pela dona e o pior de tudo era que eu era a boneca, meu impacto com a parede foi horrível cai de lado quase batendo a cabeça no chão, estava sem forças, sabia que precisava levantar, mas algo naquela sala pesava em meu corpo, como se eu fosse um pássaro querendo fugir da gaiola, reuni toda a força que tinha pra poder levantar, estava com um corte no braço direito menos mal, pois sou canhota, a professora atacou tentei ao máximo me desviar dos ataques, minha única arma foi uma cadeira, quando se aproximou bati o mais forte que pude com a cadeira nela, fiquei aliviada por breve tempo pois com meu golpe ela cambaleou e caiu estava meio zonza, nesse mesmo momento meu amigo arrombou a porta, estava contente e aliviada por vê-lo, ate que reparei que tinha pernas de bode.
- Victorya, você está bem? – Afirmei com a cabeça, acho que estava muito assustada pois antes mesmo de perguntar me respondeu. – Sou um sátiro fui enviado para te levar em segurança para o acampamento, melhor você sair daqui deixa que daqui eu resolvo.
Não pensei duas vezes sai correndo. A única coisa que pensei foi casa , consegui chegar em casa sem intervenções, meu pai estava sentado no sofá lendo, quando desabei no chão ficou preocupado.
- Filha? O que foi que aconteceu?
-  A professora... Meio sangue... Minha mãe – A última palavra pareceu que afetou mais meu pai do que as outras, me ajudou a levantar.
- Você consegue andar? – Afirmei com a cabeça – Acho que já esta na hora de te mostrar uma coisa.
Meu pai me acompanhou ate um armário que ficava na sala mesmo, dentro havia uma garrafa e dentro havia uma rosa , desde pequena soube daquela flor mas meu pai nunca falou sobre nem deixava tocar, pegou a flor.
- Essa flor foi sua mãe que me deu quando você nasceu disse que te protegeria até o dia que tivesse que partir, acho que esse dia chegou.
- O que o senhor está falando?
- Você é minha filha e filha de Perséfone , rainha do submundo.
Meu mundo desabou, como aquilo era possível? Relutei.
- Isso não é possível, eu filha de uma deusa?
- Sim meu amor , você foi fruto de uma paixão, nos conhecemos e meses depois ela estava grávida de você , no começo não sabia que era uma deusa mais quando teve que partir me contou.
Não tive tempo de argumentar, Jonathan acabava de chegar.
- Oi senhor Victor, como vai o senhor? – Não sei como conseguia agir com tanta naturalidade
- Vou bem, então já esta na hora?
- Sim
- Na hora de quê? – Aquela conversa estava me deixando confusa.
- Você precisa vir comigo para o acampamento, nesse exato momento .
Olhei para meu pai, apesar de estar exausta algo me dizia que era verdade e que precisava fazer isso logo, meu pai sinalizou com a cabeça no fundo dos seus olhos pude ver que estava triste com minha partida, mas tinha algo que não tinha visto orgulho. Quase chorei na hora mas segurei as lágrimas.
Minha partida foi quase toda tranquila estava no meio da viagem quando me lembrei.
- Ainda não entendi direito eu sou filha de Perséfone como isso é possível?
- Você já deve ter ouvido falar em grandes heróis que eram filhos de deuses, então essa lendas eram verdades.
- Entendi mas se eu osu uma semi-deusa quem era a mulher que me atacou?
- Era uma Lâmia!- Olhei confusa – Demônio devorador de crianças.
- Ela ia me comer?
- Não apenas ia pegar seu sangue
- Ata me deixou mais aliviada.
Conseguimos chegar salvos ao acampamento, nunca mais falei com meu pai , tentei ligar mas ninguém atendeu, liguei para minha vó ela disse que ele foi viajar , desde então estou no acampamento tentando me acostumar.

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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Haley Grane em 20/05/14, 04:29 pm

De que deus você gostaria de ser filho?
- Hermes
Por que esse deveria reclama-lo?
- Me identifico muito com ele e amo seu carisma.

Minha vida nunca foi normal. Tenho a habilidade de sempre me meter em encrenca. Foi assim desde sempre, acontecia muitas coisas estranhas comigo, eu nunca soube explicar como isso acontecia, até que eu completei 12 anos.
- Tchau filha, tenha um ótimo dia, e feliz aniversario! - Gritou minha mãe, quando eu já estava saindo de casa para a escola.
- Tchau mãe, até mais tarde.
Fui andando até a escola, e como sempre, passando na casa da Lizzie, minha melhor amiga, para irmos juntas. Conversamos o caminho inteiro, ela sempre ria das piadas que eu fazia. Quando chegamos na escola, fomos encontrar nossos outros amigos, Kyle e Caleb, que já estavam nos esperando.
Não tenho uma boa reputação, já que estou envolvida em todas as encrencas feitas pelos alunos.
Eu e meus amigos ficamos conversando as besteiras de sempre e tirando onda com a cara de alguns alunos, até o sinal tocar. Entramos na sala do Sr. Gilles, professor de matemática, eram duas aulas seguidas. Dei uma olhada rápida para aquelas duas meninas gêmeas, que sentam no canto, elas são muito estranhas, muito na delas, não falam com ninguém. O professor não demorou muito pra chegar e acabar com a nossa alegria.
Acho que dormi nas aulas, pois quando me dei conta, ela já tinha acabado. Daí, tive que me levantar e ir pra a sala da Sra. Williams, professora de redação. Quando a aula acabou, e o toque para o intervalo finalmente tocou, saímos correndo para o refeitório, menos Caleb. Quando era pequeno, ele sofreu um acidente e perdeu parte dos movimentos das pernas, sendo assim, ele só anda com a ajuda de muletas. Ao no refeitório, eu, Lizzie e Kyle nos sentamos pegamos nossas refeições, nos sentamos na mesa de sempre e esperamos Caleb, que ao chegar, fez o mesmo que tínhamos feito.
Não sei o que estava acontecendo comigo. Eu estava faminta, mesmo depois de ter comigo toda a minha refeição. Não consegui parar de olhar para a coxinha de Kyle.
- Kyle, por favor, me dá um pedaço. - Implorei.
- Não. To morrendo de fome, aliás, você já comeu a sua. - Respondeu ele
- Eu to faminta, por favor.
- Eu também, Haley.
Não aguentei, peguei a coxinha dele e corri com ela o mais rápido que pude até o banheiro feminino.
- Haley, volta aqui! - Eu podia ouvir ele gritar enquando corria atrás de mim, porém, continuei correndo, não era a primeira vez que eu roubava algo.
Ao chegar na porta do banheiro, a abri com força e entrei. O banheiro estaria vazio, se não fosse pelas meninas gêmeas da minha sala, que me encaravam.
- O que foi? - Perguntei.
Elas não responderam.
- O que foi? - Perguntei novamente - Algum problema?
Elas começaram a falar algo que não entendi, e do nada, as pernas delas se transformaram em duas caudas de cobra.
- Que brincadeira é essa? - Perguntei assustada, nunca tinha visto algo daquele tipo, é claro que não.
Do nada, elas vieram pra cima de mim, me atacando, então comecei a lutar com elas. Finalmente as aulas de karatê que eu tinha estavam servindo pra alguma coisa. Eu esquivava dos ataques delas e tentava revidar, até que fui interrompida pelo barulho da porta do banheiro se abrindo. Tenho déficit de atenção, então não consigo prestar atenção em algo quando ouço algum barulho. O que me surpreendeu, foi que quem estava atrás da porta era Caleb, e sem as muletas.
- O que você ta fazendo no banheiro feminino? E sem as suas muletas! - Perguntei voltando a lutar com aquelas meninas.
- Acho que não é hora pra isso. - Disse ele, se juntando a mim para atacar as meninas.
- Você tem alguma ideia do que ta acontecendo? Você sabe o que é isso? - Perguntei, desviando de um golpe, e depois revidando com um chute, o mais forte que consegui dar. Quando fiz isso, a garota se dissolveu como pó.
- Depois eu te explico tudo, prometo, mas agora me ajuda. - Foi o que eu fiz.
Colocamos a segunda garota contra a parede. Caleb colocou as mãos no pescoço dela e apertou, até que ela se dissolveu.
- Vem comigo. - Ele disse, me puxando pelo braço e correndo pelos corredores da escola.
Corremos até a saída da escola. Enquanto tentávamos sair, ouvimos os gritos do porteiro "Vovô", era assim que todos o chamavam.
- Vocês não tem permissão para sair da escola. - Gritava ele.
Ignoramos os berros de Vovô e saímos correndo pelas ruas. Quando paramos, em um ponto de táxi, perguntei:
- Será que agora pode me explicar o que está acontecendo?
- Vou ser rápido. Você é uma semideusa.
- O que?
- Foi o que você ouviu. Vem, tem um táxi livre bem ali. - Ele me puxou em direção ao carro.
Entramos dentro dele e o taxista perguntou qual era nosso destino, mas ao olhar quem eram os seus clientes, ele falou:
- Deveriam estar na escola. Matar aula não é certo.
- Por favor senhor, precisamos ir urgentemente para um lugar. - Disse Caleb, tirando algo do bolso. - Eu pago muito mais que o necessário se você nos levar até lá. - Percebi que o que ele tirava do bolso era dinheiro, e muito.
Fiquei curiosa pra saber onde ele conseguiu tanta grana, mas agora, tínhamos coisas mais importantes para resolver.
- Pague o triplo. - Disse o taxista - Ou eu mando vocês de novo para a escola.
- Eu vou pagar senhor, não se preocupe. - Disse Caleb, enquanto o taxista ligava o carro.
Caleb deu a ele um endereço, o qual não prestei atenção.
- Pronto, agora me diga logo o que está acontecendo. - Falei.
- Aquelas meninas do banheiro eram dracaenaes. - Ele respondeu.
- Dra o que?
- D-R-A-C-A-E-N-A-E. Dracaenae, metade mulher, metade cobra.
- E o que isso tem a ver comigo? Me explica direito. Essa coisa de semideusa, o que é exatamente?
- Dracaenae é um monstro. Monstros perseguem semideuses, e pra ser semideus você precisa ser filho de um deus com um humano, ou seja, metade deus, metade humano.
- Então meu pai é um deus? Tipo Zeus, Poseidon...?
- Exatamente.
- Então quem é meu pai?
- Ainda não sei.
- Quando a gente matou aquelas draca não-sei-o-que, elas meio que viraram pó. Por que?
- Monstros não morrem, eles vão para o tártaro, e voltam depois de um tempo.
O taxista olhava pra nossa cara pelo espelho, provavelmente achando que somos loucos, mas não disse nada.
- Pra onde a gente ta indo? - Perguntei.
- Para o único lugar seguro para semideuses, o Acampamento Meio-Sangue.
Eu não sabia mais o que perguntar nem o que achar. Eu? Uma semideusa? Não dá pra acreditar. Isso devia ser um sonho, dei uns beliscões no meu braço só pra garantir. Nada aconteceu. Eu não sabia o que fazer a partir daquele momento. Pela primeira vez na minha vida eu estava realmente desesperada.
Não parei de pensar naquilo o resto do caminho. Caleb não puxava assunto comigo, então fiquei apenas olhando pela janela. Perdida em meus pensamentos, nem percebi a distância que percorremos.
- Chegamos, deu trinta, ou seja, noventa, já que vão me pagar o triplo. - Disse o taxista.
- Ta. - Caleb disse, tirando o dinheiro do bolso e entregando na mão do taxista. - Aqui.
Saímos do carro e andamos mais um pouco, Caleb na frente e eu seguindo-o. Depois de uns minutos, vi algo tipo um portal com uma placa que dizia: ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE
- Chegamos. - Disse Caleb, enquanto entramos no acampamento. - Seja bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue.

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Teste de Reclamação Poseidon

Mensagem por Eduarda Jackson em 31/08/14, 02:04 pm

- De que deus você gostaria de ser filho?
Poseidon.
- Por quê esse deus deveria reclamá-lo?
Bom, eu cheguei no Acampamento Meio-Sangue no início de Agosto em uma tempestade. Acho que isso não é normal pois havia 2 fúrias me perseguindo. Fui "nocauteada" pelas duas e alguns sátiros me recolheram para dentro do Acampamento, acordei com Quíron na minha frente, ele me disse que eu tinha sido reclamada por Deméter, achei meio estranho pois não vi o símbolo acima de minha cabeça.
Eu havia descobrido semanas antes que era uma semideusa quando um ciclope quase me devorou, e minha mãe, foi "obrigada" a me contar parte da verdade, ela me contou o que havia combinado com Quíron, que eu era filha de Deméter. Quando minha mãe me disse isso, eu não quis acreditar, me passou um pouco de raiva dela, porque me contar isso só agora? Também achei meio estranho, porque monstros iriam me perseguir se Deméter nem é uma deusa tão importante?
Prosseguindo... Sou uma garota de 13 anos e estava no Acampamento Meio-Sangue... 4 meses atrás fui reclamada por Deméter, a deusa da natureza, estações do ano... Estava gostando de ser sua filha até que Quíron me chamou:
- Olá Quíron, me chamar? - falei.
- Sim criança, temos um problema com a sua reclamação... - ele disse.
- Como assim? - falei.
- Você não é filha de Deméter, bem... É filha de Poseidon... - Quíron disse.
- Não pode ser... Não, porque então Deméter me reclamaria? - falei.
- Calme criança, seu pai, Poseidon, fez um acordo com Deméter para ela lhe reclamar, filhos de Poseidon reclamados correm muito perigo, dentro e fora do acampamento... - falou.
- Quer dizer que... Poseidon estava tentando me proteger? - falei.
- Sim criança, ele não queria que você tivesse o mesmo fim de Thalia... - falou.
- Não, deuses nunca se importam muito com seus filhos mortais... - falei.
- Espere criança, por alguns minutos e verá a prova do que digo. - disse Quíron.
Depois de alguns minutos um tridente verde sob minha cabeça apareceu, e só confirmou sua história. Eu era mesmo filha de Poseidon?! E agora, qual seria o meu destino?
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por kethlen em 01/09/14, 01:00 pm

De que deus você gostaria de ser filho?
Poseidon

Por quê esse deus deveria reclamá-lo?
sempre gostei mais dele me indetifico muito

Oi meu nome é Kethlen tenho 18 anos (  sou velha rsrsrs) sou comunicativa,  ligada nos 230  rsrs,não tenho muita paciência,sou mandona,calculista,direta,falo pra caramba  
Minha mãe sempre me levava a praia mais sempre me dizia filha não vai muito pro fundo se não o Poseidon vai te pegar e te arrastar para o fundo do mar ai eu quero ver você voltar.  Eu ria muito e ai mesmo que eu ia pro fundo diversas vezes eu era carregada pelas águas de uma ponta da praia a outra .Mais um dia veio uma onda   sinistra e me jogou no meio de um buraco eu fiquei um bom tempo de baixo da água e não me afoguei depois desse dia minha mãe nunca mais me levou na praia passou alguns anos e ela sumiu com a desculpa que ia fazer a unha de uma amiga e sumiu me deixando com meu irmão e minhas irmãs,pai e minha avó que era uma pessoa horrível muitas das vezes eu entrava na água e competia quem ficava de baixo da água a mais tempo e sempre vencia (rsrs eu sou boa nisso )  depois de muitos anos nós a achamos, ela  estava morando em um lugar longe do mar ela me disse que tinha ido por causa do meu pai e que  era pra me proteger ,e me deu um colar com um pingente de Poseidon pra mim lembra dela , então me mandou ir para um tal de acampamento meio sangue com um cara estranho com chifres na cabeças ele era todo animado falava mais do que eu rsrsrs comia lata (vei o cara comia lata na boa fiquei olhando aquela sena durante toda a viagem!!!) o cara era doido ele disse que eu tinha que joga meu celular fora se não os monstros iam vim atrás de nós então ele jogou meu celular em algum riu isso mesmo ele jogou o MEU CELULER em um rio puts fiquei muito brava com ele e pra fecha com chave de ouro adiantou alguma coisa ??? não!!! vieram um caras enormes tipo grandes mesmo atrás de nos com uns pedaços de paus outros com lanças e um espada. A briga foi feia tive que pega a espada de um deles  e sair pipocado cada um eu pensei que ia ter que esconder os corpos por sorte  eles tipo que virava pó (como eu agradeci por isso)a viagem foi cansativa mais em fim chegamos no acampamento são e salvos e agora to aqui pronta pra matar alguns monstros rsrsrs    ( acho que vocês já sabem quem é o meu pai né?!)
sou filha de Poseidon   beijos.
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Re: Teste de reclamação

Mensagem por Luana Levin em 06/12/14, 11:05 am

Eu gostaria de fazer o teste para me integrar ao chalé 6, mas nas informações, Poseidon afirma que para fazer a ficha de reclamação para ser filha e/ou filha de Atena há regras específicas, o mesmo para os filhos de Zeus, Hades ou Poseidon.]
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