Artes e Ofícios

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Artes e Ofícios

Mensagem por Poseidon em 28/06/12, 11:44 pm

Valorizem as artes!

Neste espaço se localizam oficinas de dança, música, pintura e teatro, mas as principais atrações na área das Artes e Ofícios são as forjas, onde os filhos de Hefesto podem realizar sua vocação livremente, atendendo a pedidos de outros campistas ou mesmo confeccionando seus próprios itens. Eles próprios criam suas forjas do modo que desejarem, estipulando preços, restrições e modo de atendimento.

Filhos de Hefesto, aqui vocês podem criar tópicos e administrá-los como bem entenderem. Estes servirão como o local das suas forjas, as quais poderão administrar aos vossos modos, desde que seguindo as regras do fórum*. Sucesso para vocês!

* Apenas aqui e apenas para os filhos de Hefesto, a regra sobre proibição de criação de tópicos por usuários não-administradores não se aplica.
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Re: Artes e Ofícios

Mensagem por Carlos Ferreira em 09/03/13, 09:54 pm

Jonathan depois de me mostrar o chalé de Hefesto, me mostrou onde eu ia dormir e o que eu tinha direito ali, lá achei algumas coisas boas, uma delas era uma camisa do acampamento que eu achei, ele então me levou para uma cabana grande de madeira escrito bem grande em cima “Artes e Ofícios” eu estranhei no momento em que vi, mas quando nós entramos eu só pude dizer:
_Uau!
O lugar lá dentro se dividia em cinco, oficinas de teatro, haviam alguns filhos de Apolo nessa, oficinas de pintura, nessa também haviam alguns filhos de Apolo, e algumas filhas de Afrodite posando para eles, havia também as oficinas de música e dança, na parte de música haviam filhos de Dionisio e Apolo, e na de dança filhas de Afrodite, mas o que fez eu me apaixonar pelo lugar era a quinta e maior parte, forja, lá havia de tudo dês de formas para criação de espadas e lanças, até lixadeiras manuais para a afiação das armas, a única coisa que não havia eram bigornas, martelos nem matéria-prima, para a criação de armas, eu me lembrei que eu tinha os três no meu chalé, de entusiasmo corri todo o acampamento para pega-los.
Quando eu voltei eu vi que o lugar estava meio vazio havia apenas eu naquela parte, Jonathan havia voltado para treinar mais contra bonecos, eu fiquei e comecei a trabalhar, inicialmente eu tinha que pensar em algo para usar em batalha, algo que eu pudesse atacar á uma distancia boa mas que eu não precisasse atirar, algo que fosse maleável para que eu pudesse esticar e puxar de volta, e ao mesmo tempo algo resistente que pudesse durar a mais que um corte de uma espada, uma corrente, perfeito, me coloquei ao trabalho, primeiro procurei uma caldeira, para o derretimento da placa de ferro, achei uma um pouco empoeirada, procurei um lugar para ascender o fogo para derreter a chapa, lá havia um pequeno ferro retorcido onde eu poderia pendurar a caldeira, sem pensar muito pendurei, ascendi o fogo em baixo da caldeira sem muita dificuldade, enquanto o ferro derretia eu me pus a procurar uma forma para os anéis da corrente, achei uma, mas ela era totalmente aberta, se eu apenas colocasse o ferro derretido ali ele iria virar um anel e eu não poderia abrir depois para encaixar uma argola dentro da outra, pensei em colocar um ferro na extremidade, para impedir que o ferro derretido encostasse e virasse um anel assim teria uma pequena abertura que eu poderia usar para encaixar um no outro, então achei algo que parecia ser uma forma em que o anel já estivesse aberto apenas precisando apertar para fechar, “esse é perfeito” pensei, peguei-o e posicionei no lugar certo, nessa hora o ferro começou a se curvar, estava começando a entrar em sua forma liquida, encontrei um par de óculos escuros para forja, e uma mascara, coloquei os dois, os óculos por que eu sei que quando o ferro fica derretido ele ganha um brilho amarelado forte, e esse óculos me permitiria continuar enxergando mesmo com o brilho intenso do ferro derretido, então coloquei a mascara para o caso de qualquer química no ar que pudesse me fazer mal.
Então esperei o ferro ganhar o brilho intenso amarelo, derramei lentamente ele na forma, esperei ficar quase cheia e puxei de volta a caldeira, ela soltou as ultimas gotas e voltou, as ultimas gotas exatamente necessárias para acabar de encher a forma, fechei a forma e esperei até que esfriasse, quando abri peguei com um alicate grande feito para esse serviço, levei-o a uma banheira d’agua que havia ali perto e mergulhei a peça ali ela fez um pouco da água evaporar mas depois que ficou fria eu peguei com mão e examinei-a, só consegui pensar “isso é meu eu forjei isso, eu fiz, consegui” coloquei a peça em cima da mesa e voltei ao trabalho aquilo durou muito tempo, só acabei de forjar peças para a corrente as três e vinte da tarde, então reparei que ainda havia um pouco de ferro derretido na caldeira, não era o suficiente para fazer uma espada no máximo uma lâmina pequena, olhei para o lado e vi uma forma para uma lâmina em formato de um paralelogramo, que ao invés de uma parte para o cabo havia como se fosse um aro talvez para prender alguma coisa, aquela forma parecia ter o espaço exato daquele ferro, “perfeito” pensei.
Troquei a forma da lâmina com a forma da corrente aberta, derramei o que sobrou do ferro derretido, esperei um pouco, deixei a cor mudar de amarelo para vermelho então usando o alicate a bigorna e o martelo, me pus a trabalhar, segurei em uma das extremidades(a extremidade com o aro) do ferro com o alicate, e a outra extremidade eu martelei para fazer a ponta da lâmina, levantei um pouco a parte de trás, se fosse para medir em graus diria que foram mais ou menos dez graus e comecei a martelar o ferro, assim depois de uns dez minutos consegui fazer a ponta da lâmina, então comecei a juntar as peças, encaixando as peças uma dentro da outra e usando o martelo para fecha-las assim fazendo delas um ela de união de uma a outra, e de uma em uma as peças foram formando a corrente, depois de outros dez minutos a corrente estava quase pronta, a forma estava certa, as argolas encaixadas uma na outra perfeitamente, e a parte com a ponta de lâmina no lugar certo, só faltava uma parte, amolar a lâmina.
Sentei me em frente a lixadeira manual e comecei a amolar colocando a lixadeira para lixar melhor a ponta da lâmina de forma que a peça que lixava grasse para longe do meu corpo e para a ponta da lâmina, assim amolando-a, vinte minutos depois eu acabei de amolar a lâmina, segurei a corrente e a observei, “fui eu quem conseguiu fazer isso, eu tive todo o trabalho para fazer isso, isso é meu mas ainda falta o toque final, então me levantei exausto já mas ainda não havia acabado, peguei um lixadeira elétrica e com muito cuidado escrevi na lâmina na ponta da corrente “Τρέχουσα Φλόγα”(corrente de chama em grego), essa era minha arma, a minha maior vontade era de leva-la para o campo de treinamento usa-la, mas eu estava exausto não é fácil forjar, mesmo que seja um filho de Hefesto, levei corrente de chama meu martelo e minha bigorna de volta para o chalé de Hefesto deitei na minha cama e desmaiei de sono, “mas esse cansaço valeu a pena agora tenho minha própria arma, uma que eu mesmo fabriquei” pensei um pouco antes de desmaiar.

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